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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série D. Camisa da Corvão, com patrocinadora master Ases Soft. Sob comando do técnico Ketu Kanyinda.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 58 | Eurico | Eurico Saldanha | Goleiro da base e capitão |
| 13 | Paulo Estevão | Paulo Estevão Fletcher | Lateral, vindo do ASA |
| 14 | Jel | João Eduardo Lemos | Zagueiro, vindo do Maracanã |
| 4 | Natanael | Natanael Rosa | Veio do Cianorte |
| 5 | Francisco | Francisco das Chagas | Volante da base |
| 7 | Amilcar | Amilcar Gomes | Veio do Ação-MT |
| 8 | JC | Jair Casagrande | Vindo do Vasco |
| 10 | Vladyslav | Vladyslav Shulha | Centroavante, vindo do Oleksandria (Ucrânia) |
| 11 | Jajão | João Lucas Gandra | Ponta, vindo do América-MG |
| 9 | Kleiton | Kleiton Rocha | Ponta, vindo do Olaria |
| 27 | Paulo Ricaço | Paulo Antônio Meireles | Lateral, vindo do Ypiranga-RS |
Claudio Pato
Senhoras e senhores do Bardileiro, apresento a vocês o Anápolis: um time que não sabe se é time de futebol ou um malabarista de circo. Sua história é um baile de carnaval nas divisões, onde o galo mascote parece dançar conforme o humor do campeonato.
Em 1982, o clube pipocava nos fundos do ranking nacional, na posição 71. Mas o Anápolis tem alma de boxeador: cada queda é apenas um convite para se levantar. Em uma escalada que desafia a lógica, chegou impressionantes 4 vezes à primeira divisão - a última delas em 1988, quando alcançou o 4º lugar e fez Goiás inteiro delirar.
Mas o futebol não é para fracos. O clube conhece tanto os píncaros quanto os porões do campeonato. De 1988 a 1991, saboreou a elite. Depois, começou uma montanha-russa: Série B, Série C, Série D, Série E. Um carrossel de divisões que faria até montanhista enjoar.
Os números não mentem: subiu 7 vezes, caiu 6. Em 2024, está na Série D, na posição 76. Mas quem apostaria contra esse galo teimoso?
Anápolis não é um time. É uma declaração de resiliência vestida de preto, branco e vermelho.
Anápolis - Galo da Resistência
Principal - Camisa preta e branca em listras verticais, short preto

Secundário - Camisa branca com duas faixas horizontais (preta e vermelha) sob o brasão central, short branco

Goleiro - camisa e short amarelo pastel