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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série A. Camisa da Phiet, com patrocinadora master Drive-in Jr. Sob comando do técnico PC Mineiro.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Edib Edib Lakic Veio do Velez Mostar (Bósnia)
2 Anderson Anderson Mendes Volante da base
3 Jamyron Jamyron Shaw Veio do Future Stars (Gana)
4 Luiz Roberto Luiz Roberto Marinho Ponta vindo do Fortaleza
5 Mali Ljuba Ljuba Golubovic Lateral vindo do Estrela Vermelha (Sérvia)
7 Jota Monte Jesus Montenegro Volante vindo do Cobresal (Chile)
9 Sarote Sabino Moleiro Ponta vindo do Itacoatiara
10 Renner Renner Cardoso Centroavante, vindo do Palmeiras
11 IN Isaias Napoli Ponta da base
12 Escarabajo Bruno Sarado Goleiro vindo do Nublense (Chile)
13 Frank Gaveta Frank Fourie Lateral vindo do Ouro Grená
15 Jofre Jofre Osório Zagueiro, vindo do Cresspom
16 Breno Gabriel Breno Gabriel Hernandes Lateral vindo do Ação-MT
18 Olaf Luiz Antônio Figueiredo Volante da base
19 Cauã Silva Cauã Silva Meia ofensivo vindo do Ituano
20 Giraldo Giraldo Marrone Ponta da base
27 Moro Carlos Vinícius Moro Lateral da base
32 Ryan Josiel Ryan Centroavante, vindo do Pouso Alegre

🌪️ Athlético-PR: O Furacão que varreu o Bardileiro

por João Pylart

O Athlético Paranaense não é clube de calmaria. É vento forte, é céu fechado, é grito rouco vindo da Baixada. Fundado em 1924, o Furacão de Curitiba tem uma das trajetórias mais intensas do Campeonato Bardileiro Unificado — marcada por quedas vertiginosas, ascensões épicas e uma identidade que nunca se dobra.

🌪️ Da elite ao esquecimento (1982–1989)

Nos anos 1980, o Athlético era presença constante na Série A. Começou com 5º lugar em 1982 e 1983, e seguiu firme até 1985, quando caiu. O que veio depois foi uma tempestade: rebaixamentos consecutivos o levaram da Série B à E em apenas quatro anos. Em 1989, já estava no fundo — mas foi campeão da Série E, mostrando que o Furacão não se dissipa, se reinventa.

🧗‍♂️ A escalada lendária (1990–2003)

O início dos anos 90 foi uma epopeia. Campeão da Série D em 1990, da C em 1991, e vice da B em 1992. Em 1993, já estava de volta à Série A, onde permaneceu por mais de uma década. O auge veio em 2003, com o vice-campeonato da Série A — uma campanha que colocou o Athlético entre os grandes do país.

📉 A queda e o silêncio (2008–2017)

Mas o futebol bardileiro não perdoa. Em 2008, o Furacão caiu da Série A. Em 2009, caiu da B. E em 2013, chegou novamente à Série E. Foram anos de reconstrução silenciosa, longe dos holofotes. Mas em 2017, foi vice-campeão da Série E, e em 2018, subiu da D. O vento voltava a soprar.

🏆 A volta por cima (2019–2024)

Em 2019, subiu da Série C. Em 2020, foi campeão da Série B. O retorno à elite veio com força, mas em 2022, caiu novamente. Agora, em 2024, é vice-campeão da Série B, e promete voltar à Série A com a fúria que só o Furacão conhece.

📊 Resumo da trajetória