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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série A. Camisa da Phiet, com patrocinadora master Drive-in Jr. Sob comando do técnico PC Mineiro.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Edib | Edib Lakic | Veio do Velez Mostar (Bósnia) |
| 2 | Anderson | Anderson Mendes | Volante da base |
| 3 | Jamyron | Jamyron Shaw | Veio do Future Stars (Gana) |
| 4 | Luiz Roberto | Luiz Roberto Marinho | Ponta vindo do Fortaleza |
| 5 | Mali Ljuba | Ljuba Golubovic | Lateral vindo do Estrela Vermelha (Sérvia) |
| 7 | Jota Monte | Jesus Montenegro | Volante vindo do Cobresal (Chile) |
| 9 | Sarote | Sabino Moleiro | Ponta vindo do Itacoatiara |
| 10 | Renner | Renner Cardoso | Centroavante, vindo do Palmeiras |
| 11 | IN | Isaias Napoli | Ponta da base |
| 12 | Escarabajo | Bruno Sarado | Goleiro vindo do Nublense (Chile) |
| 13 | Frank Gaveta | Frank Fourie | Lateral vindo do Ouro Grená |
| 15 | Jofre | Jofre Osório | Zagueiro, vindo do Cresspom |
| 16 | Breno Gabriel | Breno Gabriel Hernandes | Lateral vindo do Ação-MT |
| 18 | Olaf | Luiz Antônio Figueiredo | Volante da base |
| 19 | Cauã Silva | Cauã Silva | Meia ofensivo vindo do Ituano |
| 20 | Giraldo | Giraldo Marrone | Ponta da base |
| 27 | Moro | Carlos Vinícius Moro | Lateral da base |
| 32 | Ryan | Josiel Ryan | Centroavante, vindo do Pouso Alegre |
por João Pylart
O Athlético Paranaense não é clube de calmaria. É vento forte, é céu fechado, é grito rouco vindo da Baixada. Fundado em 1924, o Furacão de Curitiba tem uma das trajetórias mais intensas do Campeonato Bardileiro Unificado — marcada por quedas vertiginosas, ascensões épicas e uma identidade que nunca se dobra.
Nos anos 1980, o Athlético era presença constante na Série A. Começou com 5º lugar em 1982 e 1983, e seguiu firme até 1985, quando caiu. O que veio depois foi uma tempestade: rebaixamentos consecutivos o levaram da Série B à E em apenas quatro anos. Em 1989, já estava no fundo — mas foi campeão da Série E, mostrando que o Furacão não se dissipa, se reinventa.
O início dos anos 90 foi uma epopeia. Campeão da Série D em 1990, da C em 1991, e vice da B em 1992. Em 1993, já estava de volta à Série A, onde permaneceu por mais de uma década. O auge veio em 2003, com o vice-campeonato da Série A — uma campanha que colocou o Athlético entre os grandes do país.
Mas o futebol bardileiro não perdoa. Em 2008, o Furacão caiu da Série A. Em 2009, caiu da B. E em 2013, chegou novamente à Série E. Foram anos de reconstrução silenciosa, longe dos holofotes. Mas em 2017, foi vice-campeão da Série E, e em 2018, subiu da D. O vento voltava a soprar.
Em 2019, subiu da Série C. Em 2020, foi campeão da Série B. O retorno à elite veio com força, mas em 2022, caiu novamente. Agora, em 2024, é vice-campeão da Série B, e promete voltar à Série A com a fúria que só o Furacão conhece.