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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série A. Camisa da EquipeAço, com patrocinadora master Drive-in Jr. Sob comando do técnico Ney Bonato.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Mauranha | Mauro Cardoso | Goleiro, vindo do Iguatu |
| 2 | Van Zyl | Arnoux Van Zyl | Lateral, vindo do Swedru All Blacks (Gana) |
| 3 | Ari Recife | Ari Solano | Zagueiro, vindo do Sport |
| 4 | R Perez | Ricardo Perez | Zagueiro, vindo do Náutico |
| 6 | Messina | Cleiton Messina | Volante, da base |
| 7 | Sico | Sićo Marković | Zagueiro, vindo do Dečić (Montenegro) |
| 8 | Eládio | Eládio Mazza | Meia ofensivo, do Londrina |
| 10 | JA | Jaquan Abrahams | Centroavante, vindo do Nyuki (Congo) |
| 12 | Bryan | Bryan Amorim | Goleiro, vindo do Sacramento |
| 17 | Bruno Gabriel | Bruno Gabriel Durães | Volante, vindo do Interporto |
| 18 | Henrique | Henrique Schneider | Volante, vindo do Ituano |
| 20 | Will | Will Bitton | Ponta, da base |
| 25 | Ito | Caetano Ito | Zagueiro, vindo do Fortaleza |
| 26 | Aráguia | Aragão Pacheco | Ponta, vindo do Cafezais |
| 27 | Francisco | Francisco Antônio Inoue | Lateral da base |
| 43 | FG | Faustino González | Lateral, vindo do Guarani |
| 88 | JHC | João Henrique Cruz | Ponta, da base |
Quando me perguntam qual o segredo do Botafogo no Campeonato Bardileiro, eu costumo dizer que é a mistura de tradição, sofrimento e uma dose de romantismo que só quem já viu um jogo no antigo Estádio do Sol sabe explicar. O Botafogo, fundado lá em 1904, sempre foi sinônimo de raça no Rio de Janeiro, mas sua jornada nas divisões do Bardileirão foi um verdadeiro carrossel de emoções.
Nos anos 80, o Botafogo ainda surfava na elite, sempre ali no meio da tabela, dando trabalho pra muita gente grande. Tinha gente boa naquele elenco, como o lendário goleiro Novilho, que fez história com defesas milagrosas, e o atacante Ad Rezende, menino criado em Marechal Hermes, que botava fogo nas zagas por onde passava. Mas nem só de glória vive o futebol, e 1986 veio com aquele amargo rebaixamento pra Série B. Foi difícil, leitor, mas para o botafoguense sofrimento nunca foi novidade.
A Série B, aliás, virou casa por uns anos. O Fogão sofreu, mas também revelou talentos. Em 1988, foi a vez do zagueiro inventado Elmer aparecer, um daqueles jogadores que ninguém apostava, mas virou símbolo de superação. O time subiu, voltou pra Série A, mas a gangorra seguiu. Entre idas e vindas, o Botafogo foi rebaixado de novo em 1993, caiu até a Série C em 1995, e ali parecia que ia se perder de vez.
Mas é aí que o Botafogo mostra por que é Botafogo: em 1998, campeão da Série C em cima do tradicional Goiás. Subiu, embalou, e em 1999 foi vice-campeão da Série B, com aquele time comandado pelo técnico Bebeto Regalia — um estrategista pouco valorizado, mas que sabia armar time como poucos. O retorno à elite trouxe de volta a esperança, e os anos 2000 foram de estabilidade, com direito a vice-campeonato bardileiro em 2010, quando o meia Américo, cria da base do Botafogo, encantou o país com seus passes açucarados.
A década seguinte, porém, foi cruel. Rebaixamento em 2013, queda pra Série C, depois para a D, e em 2018 o Botafogo chegou ao fundo do poço, na Série E. Mas, amigo leitor, o futebol não perdoa quem desiste. O Fogão, impulsionado por uma nova geração da base — com destaque pra atacante Leops, nascido no Morro do Sossego — começou uma arrancada que emocionou até rival. Subiu degrau por degrau: D, C, B... e, em 2024, lá está de volta na Série A, pronto pra fazer história de novo.
E olha, se tem torcida que merece viver todo tipo de emoção, é a do Botafogo. Eles sabem que o Bardileirão não é só taça e festa, é resistência, é superação, é acreditar mesmo quando ninguém mais acredita. O Botafogo é a prova viva de que no futebol bardileiro, a cada queda pode nascer um novo começo.
Fica aqui o meu abraço ao torcedor alvinegro e a certeza: no Bardileirão, o Botafogo nunca será apenas um coadjuvante. E como diz o bordão do velho Poe: futebol é roda-gigante, meu amigo, e o Fogão já está subindo de novo!
Milton Poe, direto da redação, sempre com a voz da arquibancada. Até a próxima!
| Período | Nome | Papel |
|---|---|---|
| 1982-1983 | Gastão "Novilho" Pontes | Goleiro |
| 1982 | Aderbal "Ad" Rezende | Atacante |
| 1988 | Elmer Barbeiro | Zagueiro |
| 1999 | Bebeto "Regalia" Braga | Técnico |
| 2010 | Américo Ximenes | Meia |
| 2020-2024 | Leonardo "Leopz" Pedroso | Atacante |
Principal - Camisa listrada preto e branco, short preto

Secundário - Camisa e short pretos
