<aside> ⚠️

Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

</aside>

Bardileirão 2025

Disputando a Série A. Camisa da EquipeAço, com patrocinadora master Drive-in Jr. Sob comando do técnico Ney Bonato.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Mauranha Mauro Cardoso Goleiro, vindo do Iguatu
2 Van Zyl Arnoux Van Zyl Lateral, vindo do Swedru All Blacks (Gana)
3 Ari Recife Ari Solano Zagueiro, vindo do Sport
4 R Perez Ricardo Perez Zagueiro, vindo do Náutico
6 Messina Cleiton Messina Volante, da base
7 Sico Sićo Marković Zagueiro, vindo do Dečić (Montenegro)
8 Eládio Eládio Mazza Meia ofensivo, do Londrina
10 JA Jaquan Abrahams Centroavante, vindo do Nyuki (Congo)
12 Bryan Bryan Amorim Goleiro, vindo do Sacramento
17 Bruno Gabriel Bruno Gabriel Durães Volante, vindo do Interporto
18 Henrique Henrique Schneider Volante, vindo do Ituano
20 Will Will Bitton Ponta, da base
25 Ito Caetano Ito Zagueiro, vindo do Fortaleza
26 Aráguia Aragão Pacheco Ponta, vindo do Cafezais
27 Francisco Francisco Antônio Inoue Lateral da base
43 FG Faustino González Lateral, vindo do Guarani
88 JHC João Henrique Cruz Ponta, da base

Botafogo: A Volta por Cima que Só o Futebol Explica

Quando me perguntam qual o segredo do Botafogo no Campeonato Bardileiro, eu costumo dizer que é a mistura de tradição, sofrimento e uma dose de romantismo que só quem já viu um jogo no antigo Estádio do Sol sabe explicar. O Botafogo, fundado lá em 1904, sempre foi sinônimo de raça no Rio de Janeiro, mas sua jornada nas divisões do Bardileirão foi um verdadeiro carrossel de emoções.

Nos anos 80, o Botafogo ainda surfava na elite, sempre ali no meio da tabela, dando trabalho pra muita gente grande. Tinha gente boa naquele elenco, como o lendário goleiro Novilho, que fez história com defesas milagrosas, e o atacante Ad Rezende, menino criado em Marechal Hermes, que botava fogo nas zagas por onde passava. Mas nem só de glória vive o futebol, e 1986 veio com aquele amargo rebaixamento pra Série B. Foi difícil, leitor, mas para o botafoguense sofrimento nunca foi novidade.

A Série B, aliás, virou casa por uns anos. O Fogão sofreu, mas também revelou talentos. Em 1988, foi a vez do zagueiro inventado Elmer aparecer, um daqueles jogadores que ninguém apostava, mas virou símbolo de superação. O time subiu, voltou pra Série A, mas a gangorra seguiu. Entre idas e vindas, o Botafogo foi rebaixado de novo em 1993, caiu até a Série C em 1995, e ali parecia que ia se perder de vez.

Mas é aí que o Botafogo mostra por que é Botafogo: em 1998, campeão da Série C em cima do tradicional Goiás. Subiu, embalou, e em 1999 foi vice-campeão da Série B, com aquele time comandado pelo técnico Bebeto Regalia — um estrategista pouco valorizado, mas que sabia armar time como poucos. O retorno à elite trouxe de volta a esperança, e os anos 2000 foram de estabilidade, com direito a vice-campeonato bardileiro em 2010, quando o meia Américo, cria da base do Botafogo, encantou o país com seus passes açucarados.

A década seguinte, porém, foi cruel. Rebaixamento em 2013, queda pra Série C, depois para a D, e em 2018 o Botafogo chegou ao fundo do poço, na Série E. Mas, amigo leitor, o futebol não perdoa quem desiste. O Fogão, impulsionado por uma nova geração da base — com destaque pra atacante Leops, nascido no Morro do Sossego — começou uma arrancada que emocionou até rival. Subiu degrau por degrau: D, C, B... e, em 2024, lá está de volta na Série A, pronto pra fazer história de novo.

E olha, se tem torcida que merece viver todo tipo de emoção, é a do Botafogo. Eles sabem que o Bardileirão não é só taça e festa, é resistência, é superação, é acreditar mesmo quando ninguém mais acredita. O Botafogo é a prova viva de que no futebol bardileiro, a cada queda pode nascer um novo começo.

Fica aqui o meu abraço ao torcedor alvinegro e a certeza: no Bardileirão, o Botafogo nunca será apenas um coadjuvante. E como diz o bordão do velho Poe: futebol é roda-gigante, meu amigo, e o Fogão já está subindo de novo!

Milton Poe, direto da redação, sempre com a voz da arquibancada. Até a próxima!

Período Nome Papel
1982-1983 Gastão "Novilho" Pontes Goleiro
1982 Aderbal "Ad" Rezende Atacante
1988 Elmer Barbeiro Zagueiro
1999 Bebeto "Regalia" Braga Técnico
2010 Américo Ximenes Meia
2020-2024 Leonardo "Leopz" Pedroso Atacante

Uniformes

Principal - Camisa listrada preto e branco, short preto

camisa-botafogo-25.png

Secundário - Camisa e short pretos

camisa-botafogo2-25.png