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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série C. Camisa da Phiet, com patrocinadora master Zebu Farm. Sob comando do técnico Conrado Ros
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Pascoal Dias | Pascoal Dias | Goleiro da base |
| 3 | Joshua | Joshua Grestone | Zagueiro, do Inter (USA) |
| 5 | Flores | Martín Flores | Lateral e capitão do time, de La Equidad (Colômbia) |
| 6 | Médice | Thiago Médice | Zagueiro, vindo do Ferroviária |
| 8 | JK | Jairo Krüger | Lateral, vindo do Scorpius |
| 17 | Eder Lagoa | Eder Lagoa | Meia, vindo do Atlético-MG |
| 20 | Luisinho | Luis Kafka | Ponta, vindo do Paysandu |
| 21 | Élio | Élio Rocha | Centroavante, vindo do Guarani de Paripueira |
| 22 | Guilherme Cruz | Guilherme Cruz | Ponta, da base |
| 29 | Remo | Remo Vilar | Meia, da base |
| 35 | Maye | Noé Maye | Meia, vindo do Black Bulls (Moçambique) |
| 52 | Renato Ferreira | Renato Ferreira | Zagueiro, da base |
por Bruna G P Tina
Quando falamos em clubes que simbolizam a resistência no Campeonato Bardileiro, é impossível não pensar no CSA. A história do Azulão alagoano é um retrato vívido da montanha-russa que tantas equipes enfrentam em nosso futebol nacional — um ciclo de ascensões e rebaixamentos que, no caso do CSA, ganha contornos épicos.
A jornada começa de forma promissora: duas temporadas na Série B (1982 e 1983) com desempenho estável. Mas a realidade logo cobra seu preço, e o clube sofre duas quedas consecutivas, despencando até a Série D em 1986. A partir daí, iniciou-se um longo período de obscuridade. A década de 1990 foi especialmente cruel: o CSA chegou ao fundo do poço em 1990, terminando como lanterna da Série E, o 100º lugar geral. Foram anos seguidos tentando reencontrar o caminho da redenção, quase sempre sem sucesso.
O ponto de virada começa em 1997. Após duas décadas entre as divisões inferiores, o CSA iniciou sua lenta e corajosa escalada de volta: subiu da Série E para a D, depois para a C e, em 1999, conseguiu o acesso à Série B. O sonho parecia vivo. Contudo, o retorno foi curto: o clube caiu novamente em 2000, voltando à C e, logo depois, à D e à E.
Foi apenas em 2006 que uma nova era começou a se desenhar. Com um elenco reformulado e promessas das categorias de base local, o time conquistou acessos em sequência: campeão da Série D em 2007 e da Série C em 2008, voltou à Série B com moral. A campanha de 2016 foi histórica: vice-campeão da Série B, o CSA enfim chegava à elite do Bardileirão.
O ano de 2017 marcou o auge: vice-campeão da Série A, atrás apenas do lendário time do Titã daquele ano. Uma conquista que entrou para os anais do futebol nordestino. Mas o brilho durou pouco. Em 2019, a equipe foi rebaixada da elite, dando início a nova fase instável: duas quedas em quatro anos, voltando à Série D em 2023.
Mesmo assim, o CSA ressurge mais uma vez: vice-campeão da Série D em 2024, conquista o acesso e reacende as esperanças de sua torcida apaixonada. É impossível prever o que o futuro reserva, mas se há algo que o CSA já provou no Bardileirão é que nunca se deve duvidar do Azulão.
Principal - Camisa azul e branco listrada verticalmente, short azul

Secundário - Camisa branca com listras finas azuis verticais; short branco

Goleiro - camisa cinza e short preto
Segunda de goleiro - camisa e short verdes