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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série C. Camisa da Phiet, com patrocinadora master Zebu Farm. Sob comando do técnico Conrado Ros

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Pascoal Dias Pascoal Dias Goleiro da base
3 Joshua Joshua Grestone Zagueiro, do Inter (USA)
5 Flores Martín Flores Lateral e capitão do time, de La Equidad (Colômbia)
6 Médice Thiago Médice Zagueiro, vindo do Ferroviária
8 JK Jairo Krüger Lateral, vindo do Scorpius
17 Eder Lagoa Eder Lagoa Meia, vindo do Atlético-MG
20 Luisinho Luis Kafka Ponta, vindo do Paysandu
21 Élio Élio Rocha Centroavante, vindo do Guarani de Paripueira
22 Guilherme Cruz Guilherme Cruz Ponta, da base
29 Remo Remo Vilar Meia, da base
35 Maye Noé Maye Meia, vindo do Black Bulls (Moçambique)
52 Renato Ferreira Renato Ferreira Zagueiro, da base

A saga azulina no Bardileirão: entre quedas, glórias e resiliência

por Bruna G P Tina

Quando falamos em clubes que simbolizam a resistência no Campeonato Bardileiro, é impossível não pensar no CSA. A história do Azulão alagoano é um retrato vívido da montanha-russa que tantas equipes enfrentam em nosso futebol nacional — um ciclo de ascensões e rebaixamentos que, no caso do CSA, ganha contornos épicos.

A jornada começa de forma promissora: duas temporadas na Série B (1982 e 1983) com desempenho estável. Mas a realidade logo cobra seu preço, e o clube sofre duas quedas consecutivas, despencando até a Série D em 1986. A partir daí, iniciou-se um longo período de obscuridade. A década de 1990 foi especialmente cruel: o CSA chegou ao fundo do poço em 1990, terminando como lanterna da Série E, o 100º lugar geral. Foram anos seguidos tentando reencontrar o caminho da redenção, quase sempre sem sucesso.

O ponto de virada começa em 1997. Após duas décadas entre as divisões inferiores, o CSA iniciou sua lenta e corajosa escalada de volta: subiu da Série E para a D, depois para a C e, em 1999, conseguiu o acesso à Série B. O sonho parecia vivo. Contudo, o retorno foi curto: o clube caiu novamente em 2000, voltando à C e, logo depois, à D e à E.

Foi apenas em 2006 que uma nova era começou a se desenhar. Com um elenco reformulado e promessas das categorias de base local, o time conquistou acessos em sequência: campeão da Série D em 2007 e da Série C em 2008, voltou à Série B com moral. A campanha de 2016 foi histórica: vice-campeão da Série B, o CSA enfim chegava à elite do Bardileirão.

O ano de 2017 marcou o auge: vice-campeão da Série A, atrás apenas do lendário time do Titã daquele ano. Uma conquista que entrou para os anais do futebol nordestino. Mas o brilho durou pouco. Em 2019, a equipe foi rebaixada da elite, dando início a nova fase instável: duas quedas em quatro anos, voltando à Série D em 2023.

Mesmo assim, o CSA ressurge mais uma vez: vice-campeão da Série D em 2024, conquista o acesso e reacende as esperanças de sua torcida apaixonada. É impossível prever o que o futuro reserva, mas se há algo que o CSA já provou no Bardileirão é que nunca se deve duvidar do Azulão.

Uniformes

Principal - Camisa azul e branco listrada verticalmente, short azul

camisa-csa-25.png

Secundário - Camisa branca com listras finas azuis verticais; short branco

camisa-csa2-25.png

Goleiro - camisa cinza e short preto

Segunda de goleiro - camisa e short verdes