Bardileirão 2025

Disputa a Série C. Camisa da Aeroscope. Patrocinadora master Hasteroid.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Marcos Chef Marcos Andrade Goleiro vindo do Tuna Luso
3 Beton Kadaris Roberts Vem do liberiano Barrack
8 Macro Ari Vivaldi Meia, da base
9 Dami Alien Damião Leal Artilheiro da base
10 Bash Bash Missene Vem do Canon, Camarões
11 Miguel Miguel Cruz Volante da base
12 Bebeto Lacerda Bebeto Lacerda Goleiro, vindo do FATO
15 Chicote Augustin Chicote Zagueiro, jogava no Racing Club
16 Leite Sergio Leite Lateral vindo do Coritiba
17 Daniel Daniel Vinícius Meia, veio do Rio Negro-RR
19 Quinto Caio Beltrão Meia, vindo do Ypiranga-RS
20 Simba Sinésio Baya Ponta, vindo do Goiás
21 Guerra Daniel Guerra Atacante da base
22 MH Grossi Marlo Henrique Grossi Ponta, vindo do Pouso Alegre
29 André André Leal Meia da base
33 Márcio Cricatis Márcio Cricatis Ponta, vindo do Cricatis

Canis do Oiapoque: O "Cão Celeste" do Futebol Bardileiro

Por J. Dee Sique

Se o Campeonato Bardileiro fosse um céu noturno, o Canis do Oiapoque seria Sírius — a estrela mais brilhante da constelação de Cão Maior, que pisca entre luz e sombra com a intensidade de um destino escrito nas estrelas. Fundado em 1981 sob o signo canino (a mesma constelação que abriga a estrela que representa o Amapá na bandeira nacional), o time carrega uma identidade cósmica e uma trajetória tão dramática quanto as mitologias que inspiraram seu nome.

O Voo do Cão (1986-1994): De E à Elite em 5 Anos

Em 1987, sob o comando do técnico Orion (lenda regional que batizou táticas com nomes de estrelas), o Canis rugiu na Série D: campeão invicto com o artilheiro Rock (22 gols), um atacante rápido como um meteoro. O acesso à Série A em 1991 — após dois vice-campeonatos (B em 1990, C em 1988) — foi celebrado com uma camisa especial bordada com a constelação. Na elite, o time brilhou: 5º lugar em 1993 e 1994, com o goleiro Procyon, eleito o melhor do Bardileirão.

O Eclipse (1998-2005): Quando o Cão Caiu na Terra

A queda começou em 1998, com um rebaixamento da Série A atribuído a um "inferno astral" — o clube dispensou o astrólogo da comissão técnica para contratar um preparador físico "moderno". Em 2005, o Canis voltou à Série E, onde passou 11 anos sem ver a luz. Torcedores ironizavam: "Nosso mascote é o Major, mas viramos um vira-lata".

O Renascimento (2022-2024): De Volta ao Firmamento

A virada veio com a contratação do técnico Teobaldo. Em 2022, o Canis subiu da Série E após 19 anos, e em 2024 está na Série C — com uma nova geração de "filhotes estelares", como o meia Canopus (18 anos, revelado nas categorias de base).

Legado Astro-Futebolístico

Para Refletir: Se o futebol é um universo, o Canis é a prova de que até as estrelas mais brilhantes enfrentam nebulosas. Mas, como dizem em Oiapoque: "Cão que late para estrela não morre afogado no rio".

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