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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série A. Camisa da Phiet, com patrocinadora master Wattol.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
7 Genônimo Gerônimo Fogaca Formado na base
8 José Felipe José Felipe Simões Veio do Coritiba
20 Johan Johan Kemaje Ponta vindo do Dynamo Douala (Camarões)
10 Zé Urso José Bonfim Atacante da base
33 Juan Falcone Juan Falcone Ponta vindo do Nacional (Uruguai)

Corinthians: das cinzas à retomada — um conto de quedas e persistência

Por João Pylart

Em um campeonato onde a alma do futebol se mede não apenas por conquistas, mas por quedas épicas e reerguimentos improváveis, o Corinthians deixou sua marca como um dos clubes mais resilientes da história do Bardileirão.

⚙️ A era dourada inicial (1982–1990) Nas primeiras edições unificadas do Campeonato Bardileiro, o Corinthians despontava como gigante: entre 1982 e 1984, manteve-se entre os cinco primeiros, com destaque para o 4º lugar em 1984. Durante a década, o clube navegava pela Série A, ainda que com oscilações — fechando 1990 em 20º lugar e caindo para a Série B.

📉 Colapso e rebaixamentos (1991–1996) A queda veio como avalanche. Em 1991, o Timão amargou novamente o 20º lugar e caiu para a Série C. Os anos seguintes foram ainda mais duros:

A torcida resistiu com marchas e juramentos de retorno: “Pode tirar tudo, menos nossa volta”.

📈 Renascimento gradual (1997–2005) A partir de 1997 (17º lugar), o Corinthians iniciou seu lento retorno:

🪂 A escalada e o voo alto (2006–2012) Em 2006, o Corinthians regressou à Série A com força — 4º colocado — e manteve-se bem posicionado até 2010. A queda leve veio em 2011 (16º) e piorou em 2012 (20º).

⚠️ Nova derrocada e reestruturação (2013–2015) A crise bateu de novo: 16º na Série B em 2013 e 11º em 2014. O projeto de base e tática precisou de reformas. Em 2015, ficou em 2º e garantiu o retorno à elite.

🎯 Retorno à elite e estabilidade (2016–2019) A volta à Série A veio com força: