<aside> ⚠️
Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
</aside>
Disputando a Série A. Camisa da Phiet, com patrocinadora master Wattol.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 7 | Genônimo | Gerônimo Fogaca | Formado na base |
| 8 | José Felipe | José Felipe Simões | Veio do Coritiba |
| 20 | Johan | Johan Kemaje | Ponta vindo do Dynamo Douala (Camarões) |
| 10 | Zé Urso | José Bonfim | Atacante da base |
| 33 | Juan Falcone | Juan Falcone | Ponta vindo do Nacional (Uruguai) |
Por João Pylart
Em um campeonato onde a alma do futebol se mede não apenas por conquistas, mas por quedas épicas e reerguimentos improváveis, o Corinthians deixou sua marca como um dos clubes mais resilientes da história do Bardileirão.
⚙️ A era dourada inicial (1982–1990) Nas primeiras edições unificadas do Campeonato Bardileiro, o Corinthians despontava como gigante: entre 1982 e 1984, manteve-se entre os cinco primeiros, com destaque para o 4º lugar em 1984. Durante a década, o clube navegava pela Série A, ainda que com oscilações — fechando 1990 em 20º lugar e caindo para a Série B.
📉 Colapso e rebaixamentos (1991–1996) A queda veio como avalanche. Em 1991, o Timão amargou novamente o 20º lugar e caiu para a Série C. Os anos seguintes foram ainda mais duros:
A torcida resistiu com marchas e juramentos de retorno: “Pode tirar tudo, menos nossa volta”.
📈 Renascimento gradual (1997–2005) A partir de 1997 (17º lugar), o Corinthians iniciou seu lento retorno:
🪂 A escalada e o voo alto (2006–2012) Em 2006, o Corinthians regressou à Série A com força — 4º colocado — e manteve-se bem posicionado até 2010. A queda leve veio em 2011 (16º) e piorou em 2012 (20º).
⚠️ Nova derrocada e reestruturação (2013–2015) A crise bateu de novo: 16º na Série B em 2013 e 11º em 2014. O projeto de base e tática precisou de reformas. Em 2015, ficou em 2º e garantiu o retorno à elite.
🎯 Retorno à elite e estabilidade (2016–2019) A volta à Série A veio com força: