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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série C. Camisa da Colonna, com patrocinadora master Zebu Farm.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
2 Gilmar Gilmar Padilha Veio do Cafezais
4 HL Hector Luis Zagueiro vindo do Atlético-BA
6 Flash Marcelo Damasceno Vindo da base
7 Elauro Elauro Gonçalves Centroavante e capitão, da base
12 Kelé Oumar Kalle Goleiro vindo do Djoliba (Mali)
15 Vino Raori Vino Zagueiro vindo do Maringá
16 Edson Edson Coelho Lateral vindo do São Paulo
19 Carlos Francisco Carlos Francisco Peixoto Meia vindo do Outonal
20 Samuel Wagno Samuel Wagno Ponta vindo do Scorpius
22 HK Henrico Kruger Ponta que veio de Stella Club (Costa do Marfim)
25 Britz Dante Britz Zagueiro, veio do Sporting de Luanda (Angola)
65 Davi Davi Alexandre Meia vindo do Vasco

Criciúma EC: o Tigre que caiu, rugiu e voltou

por João Pylart


Se há um clube que conhece o sabor da glória e o gosto amargo do esquecimento, esse clube é o Criciúma Esporte Clube. O Tigre de Santa Catarina, fundado em 1947, é um dos personagens mais dramáticos do Campeonato Bardileiro Unificado. Sua trajetória, entre 1982 e 2024, é uma montanha-russa de acessos, rebaixamentos e renascimentos que fariam qualquer torcedor virar cronista.

📉 Primeiros passos e a queda precoce

Nos anos 1980, o Criciúma era um nome promissor. Estreou com campanhas sólidas na Série B — 26º em 1982, 23º em 1984, o que lhe garantiu acesso à elite. Mas a primeira passagem pela Série A foi breve: 18º lugar em 1985, seguido de rebaixamento.

A década de 1990 foi marcada por estabilidade na Série B, mas sem brilho. Até que em 1993, o clube caiu para a Série C, e em 1995, despencou para a Série D. Em 1997, atingiu o fundo do poço: 97º lugar geral, rebaixado à Série E.

🐾 Do fundo à redenção

Mas o Tigre não se rende. Em 2000, foi vice-campeão da Série E. No ano seguinte, campeão da Série D. Em 2002, subiu da Série C. E em 2003, foi vice-campeão da Série B — uma escalada que parecia escrita por roteiristas de novela.

O retorno à Série A em 2004 foi breve, com novo rebaixamento. E em 2005, caiu da B para a C. O ciclo de quedas se repetiu até 2007, quando o clube foi rebaixado à Série D novamente.

📈 A era da reconstrução e o auge inesperado

Entre 2008 e 2012, o Criciúma permaneceu na Série D, lutando contra o esquecimento. Mas em 2013, subiu da D para a C. Em 2016, foi vice-campeão da Série C. E em 2017, subiu da B para a A.

Então veio o milagre: 2018, vice-campeão da Série A. O Tigre rugiu alto, com uma campanha histórica que colocou Santa Catarina no topo do futebol bardileiro. Seguiu com boas campanhas em 2019, 2020 e 2021, mantendo-se entre os 10 melhores da elite.

⚠️ Nova queda e o presente

Em 2022, o clube caiu novamente: 19º na Série A. Em 2023, novo rebaixamento da Série B. E em 2024, está na Série C, tentando reencontrar o caminho da estabilidade.

📊 Resumo da trajetória