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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série C. Camisa da Colonna, com patrocinadora master Zebu Farm.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 2 | Gilmar | Gilmar Padilha | Veio do Cafezais |
| 4 | HL | Hector Luis | Zagueiro vindo do Atlético-BA |
| 6 | Flash | Marcelo Damasceno | Vindo da base |
| 7 | Elauro | Elauro Gonçalves | Centroavante e capitão, da base |
| 12 | Kelé | Oumar Kalle | Goleiro vindo do Djoliba (Mali) |
| 15 | Vino | Raori Vino | Zagueiro vindo do Maringá |
| 16 | Edson | Edson Coelho | Lateral vindo do São Paulo |
| 19 | Carlos Francisco | Carlos Francisco Peixoto | Meia vindo do Outonal |
| 20 | Samuel Wagno | Samuel Wagno | Ponta vindo do Scorpius |
| 22 | HK | Henrico Kruger | Ponta que veio de Stella Club (Costa do Marfim) |
| 25 | Britz | Dante Britz | Zagueiro, veio do Sporting de Luanda (Angola) |
| 65 | Davi | Davi Alexandre | Meia vindo do Vasco |
por João Pylart
Se há um clube que conhece o sabor da glória e o gosto amargo do esquecimento, esse clube é o Criciúma Esporte Clube. O Tigre de Santa Catarina, fundado em 1947, é um dos personagens mais dramáticos do Campeonato Bardileiro Unificado. Sua trajetória, entre 1982 e 2024, é uma montanha-russa de acessos, rebaixamentos e renascimentos que fariam qualquer torcedor virar cronista.
Nos anos 1980, o Criciúma era um nome promissor. Estreou com campanhas sólidas na Série B — 26º em 1982, 23º em 1984, o que lhe garantiu acesso à elite. Mas a primeira passagem pela Série A foi breve: 18º lugar em 1985, seguido de rebaixamento.
A década de 1990 foi marcada por estabilidade na Série B, mas sem brilho. Até que em 1993, o clube caiu para a Série C, e em 1995, despencou para a Série D. Em 1997, atingiu o fundo do poço: 97º lugar geral, rebaixado à Série E.
Mas o Tigre não se rende. Em 2000, foi vice-campeão da Série E. No ano seguinte, campeão da Série D. Em 2002, subiu da Série C. E em 2003, foi vice-campeão da Série B — uma escalada que parecia escrita por roteiristas de novela.
O retorno à Série A em 2004 foi breve, com novo rebaixamento. E em 2005, caiu da B para a C. O ciclo de quedas se repetiu até 2007, quando o clube foi rebaixado à Série D novamente.
Entre 2008 e 2012, o Criciúma permaneceu na Série D, lutando contra o esquecimento. Mas em 2013, subiu da D para a C. Em 2016, foi vice-campeão da Série C. E em 2017, subiu da B para a A.
Então veio o milagre: 2018, vice-campeão da Série A. O Tigre rugiu alto, com uma campanha histórica que colocou Santa Catarina no topo do futebol bardileiro. Seguiu com boas campanhas em 2019, 2020 e 2021, mantendo-se entre os 10 melhores da elite.
Em 2022, o clube caiu novamente: 19º na Série A. Em 2023, novo rebaixamento da Série B. E em 2024, está na Série C, tentando reencontrar o caminho da estabilidade.