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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série A. Camisa da Bructal, com patrocinadora master Ases Soft.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Ozael | Ozael Zarur | Veio do Vila Nova |
| 2 | Tarik | Tarik Vasquez | Meia armador, vindo do Olimpo |
| 3 | E Muller | Evanildo Muller | Veio da base |
| 4 | Franson | Franson Pizzo | Veio do Remo |
| 6 | Pumba | Lucas Dion | Veio do Itacoatiara |
| 7 | HR | Hipólito Ramires | Lateral vindo da base |
| 8 | Luca Garcia | Luca Garcia | Ponta, vindo do Rentistas (Uruguai) |
| 9 | Quíron | Jorge Quíron | Veio do Ferroviária |
| 10 | Vicentinho | Vicentino Maran | Vindo do Atlético-GO |
| 16 | Ninja | Donatello Siqueira | Lateral, veio do Sacramento |
| 18 | Olegário | Olegário Vasquez | Volante, veio do Central |
| 19 | Marquito | Marcos Urquiza | Meia armador, vindo do Delfín (Equador) |
Por Otávio Gepeto
Não há quem ande pelo Rio de Janeiro sem esbarrar em um tricolor fervoroso, e não há quem entenda o Campeonato Bardileiro sem reconhecer a imponência do Fluminense Football Club. A história do Flu é, ao mesmo tempo, de constância e resiliência — um clube que alterna fases de brilho absoluto com reconstruções persistentes, sempre sob a bandeira da elegância e da bravura.
O Fluminense começou sua jornada bardileira já entre os grandes, e ali se manteve até o fim da década de 2000. Seu primeiro título da Série A veio em 1995, num ano de virada tática no futebol nacional. Sob o comando do técnico Mizael Dellucci, o Flu introduziu uma defesa com três zagueiros e dois volantes móveis, base de uma campanha quase irretocável. O que seguiu foi uma hegemonia impressionante: o clube conquistou a elite novamente em 1996, 1997 e 1999, além de vice-campeonatos em 1993 e 1998. Foram quatro títulos em cinco anos e um status que beirava o mítico.
A década de 2000 ainda manteve o Fluminense competitivo: campeão novamente em 2007 e 2008, vice em 2006, terceiro em 2000 e 2005, sempre frequentando o topo da Série A. O elenco estrelado de 2007, com o armador André Rebouças e o artilheiro Andres "AM" Maltese, virou referência de futebol vertical e rápido. A vitória por 4 a 1 sobre o Santos na penúltima rodada daquele ano é considerada até hoje uma das atuações mais dominantes da era moderna.
Mas como todo gigante bardileiro, o Flu também conheceu o chão. Em 2012, caiu para a Série B após terminar a Série A em 17º. Foram cinco anos na segunda divisão, com dificuldades para encontrar consistência e sem conseguir o acesso imediato. A volta à elite veio apenas em 2019, quando terminou em 12º lugar na Série A — performance modesta, mas comemorada como redenção.
A retomada foi sólida: 9º em 2020, 4º em 2021, 6º em 2022 e um consistente 7º lugar em 2024. O clube não voltou a conquistar títulos, mas recuperou o respeito perdido. A nova geração — liderada por atletas como Hipólito "HR" Ramires, Evanildo Muller e o técnico Caio Onio — imprimiu uma cara mais coletiva ao time, devolvendo ao torcedor a confiança no caminho.
Hoje, o Fluminense é mais do que um clube vencedor: é um símbolo de permanência. De Laranjeiras ao Maracanã, sua torcida sabe que títulos vão e vêm — mas o que nunca falta ao tricolor é a certeza de que o Guerreiro não morre: se reinventa.
Principal - Camisa em verde, com listras verticais vermelho escuro e branco, short branco

Secundário - Camisa branca, short vermelho escuro

Goleiro - camisa e short pretos
Segunda de goleiro - camisa e short cinzas