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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série A. Camisa da Canary, com patrocinadora master Zebu Farm.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Pedro Augusto Pedro Augusto Goleiro
5 João Gerson João Gerson Almeida Lateral, veio do Flamengo
8 Hugo Martins Hugo Martins Meia armador
9 Livino Livino Portugal Ponta, do Sporting Cristal (Peru)
10 Farinha Lourenço Farias Centroavante, vindo do Tombense
13 Paulo Pinga Paulo Vila Lateral da base
18 Gilmar Gilmar Moreira Volante, veio do Atlético-BA
20 Zimmermann Felipe Zimmermann Ponta, vindo do Floresta
33 ET Erik Takahashi Ponta jovem, vindo da base
95 Roderigo Gomes Rod Gomes Zagueiro, vindo do Allilanza Lima (Peru)

Fortaleza: O Leão Que Não Deixa de Rugir

Por Otávio Gepeto

Há clubes que vivem de glórias constantes, e há outros que se definem pela capacidade de voltar. O Fortaleza Esporte Clube, fundado em 1918 e símbolo esportivo do Ceará, pertence inegavelmente ao segundo grupo. Nenhum outro time representa tão bem a lógica do Campeonato Bardileiro: imprevisível, caótico, apaixonante.

O Fortaleza iniciou sua trajetória bardileira com autoridade: entre 1982 e 1987, figurou sempre entre os vinte primeiros da Série A — com destaque absoluto para o título da elite em 1988, o ponto mais alto da história do clube. Aquele ano é celebrado até hoje no bairro do Pici, com murais retratando os heróis da campanha, como o meia Kaká, o zagueiro MC Marcus e o técnico Robson Miller, que comandava o time com prancheta e ginga.

Contudo, a década seguinte foi marcada por uma descida lenta e dolorosa. Em 1990, o clube caiu à Série B. No ano seguinte, afundou para a Série C e ali permaneceu até 1993. O Leão voltou a rugir brevemente nos anos 2000: subiu para a Série A em 2003 e, em 2006, iniciou uma sequência excepcional, com destaque absoluto para o vice-campeonato em 2007, ficando atrás apenas do poderoso Cricatis. Em 2008, ainda permaneceu competitivo, com um 13º lugar que consolidava a permanência na elite.

A década de 2010 misturou estabilidade e sustos. O Fortaleza frequentou a Série A com dignidade até 2014, mas sofreu sua primeira queda recente em 2015, caindo para a Série B. O golpe mais duro veio em 2017, com novo rebaixamento — desta vez à Série C, onde o clube amargou quatro temporadas seguidas, tentando reencontrar sua identidade.

Mas como toda boa história cearense, a virada veio com suor, teimosia e talento local. Em 2022, com um grupo rejuvenescido e comandado por Boney, treinador revelado no próprio clube, o Fortaleza terminou a Série B como campeão — e voltou à Série A.

O retorno foi celebrado em alto estilo. Em 2023, o clube terminou em 8º lugar da elite, com futebol veloz e aplicado. Em 2024, cravou o 10º lugar, consolidando sua permanência entre os grandes.

A torcida tricolor, conhecida por sua fidelidade inflexível, parece se alimentar das provações. Nas arquibancadas do Castelão, ecoa sempre a mesma certeza: o Leão pode cair, mas jamais será domado.

Uniformes

Principal - Camisa vermelha, azul e branca em listras horizontais, short azul

camisa-fortaleza-25.png

Secundário - Camisa branca com mangas azul e vermelha, short branco

camisa-fortaleza2-25.png

Goleiro - camisa azul e short azul escuro

Segunda de goleiro - camisa e short laranja