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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série A. Camisa da Canary, com patrocinadora master Zebu Farm.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Pedro Augusto | Pedro Augusto | Goleiro |
| 5 | João Gerson | João Gerson Almeida | Lateral, veio do Flamengo |
| 8 | Hugo Martins | Hugo Martins | Meia armador |
| 9 | Livino | Livino Portugal | Ponta, do Sporting Cristal (Peru) |
| 10 | Farinha | Lourenço Farias | Centroavante, vindo do Tombense |
| 13 | Paulo Pinga | Paulo Vila | Lateral da base |
| 18 | Gilmar | Gilmar Moreira | Volante, veio do Atlético-BA |
| 20 | Zimmermann | Felipe Zimmermann | Ponta, vindo do Floresta |
| 33 | ET | Erik Takahashi | Ponta jovem, vindo da base |
| 95 | Roderigo Gomes | Rod Gomes | Zagueiro, vindo do Allilanza Lima (Peru) |
Por Otávio Gepeto
Há clubes que vivem de glórias constantes, e há outros que se definem pela capacidade de voltar. O Fortaleza Esporte Clube, fundado em 1918 e símbolo esportivo do Ceará, pertence inegavelmente ao segundo grupo. Nenhum outro time representa tão bem a lógica do Campeonato Bardileiro: imprevisível, caótico, apaixonante.
O Fortaleza iniciou sua trajetória bardileira com autoridade: entre 1982 e 1987, figurou sempre entre os vinte primeiros da Série A — com destaque absoluto para o título da elite em 1988, o ponto mais alto da história do clube. Aquele ano é celebrado até hoje no bairro do Pici, com murais retratando os heróis da campanha, como o meia Kaká, o zagueiro MC Marcus e o técnico Robson Miller, que comandava o time com prancheta e ginga.
Contudo, a década seguinte foi marcada por uma descida lenta e dolorosa. Em 1990, o clube caiu à Série B. No ano seguinte, afundou para a Série C e ali permaneceu até 1993. O Leão voltou a rugir brevemente nos anos 2000: subiu para a Série A em 2003 e, em 2006, iniciou uma sequência excepcional, com destaque absoluto para o vice-campeonato em 2007, ficando atrás apenas do poderoso Cricatis. Em 2008, ainda permaneceu competitivo, com um 13º lugar que consolidava a permanência na elite.
A década de 2010 misturou estabilidade e sustos. O Fortaleza frequentou a Série A com dignidade até 2014, mas sofreu sua primeira queda recente em 2015, caindo para a Série B. O golpe mais duro veio em 2017, com novo rebaixamento — desta vez à Série C, onde o clube amargou quatro temporadas seguidas, tentando reencontrar sua identidade.
Mas como toda boa história cearense, a virada veio com suor, teimosia e talento local. Em 2022, com um grupo rejuvenescido e comandado por Boney, treinador revelado no próprio clube, o Fortaleza terminou a Série B como campeão — e voltou à Série A.
O retorno foi celebrado em alto estilo. Em 2023, o clube terminou em 8º lugar da elite, com futebol veloz e aplicado. Em 2024, cravou o 10º lugar, consolidando sua permanência entre os grandes.
A torcida tricolor, conhecida por sua fidelidade inflexível, parece se alimentar das provações. Nas arquibancadas do Castelão, ecoa sempre a mesma certeza: o Leão pode cair, mas jamais será domado.
Principal - Camisa vermelha, azul e branca em listras horizontais, short azul

Secundário - Camisa branca com mangas azul e vermelha, short branco

Goleiro - camisa azul e short azul escuro
Segunda de goleiro - camisa e short laranja