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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série D. Camisa da Qmyz, com patrocinadora master Adro Perla. Sob comando do técnico Alison Braun

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Molodets Yevhen Mykolovych Marchuk Vindo do Dnipro-1 (Ucrânia)
9 Pinheiro Benjamim Pinheiro Ponta da base
11 Ae Min’gyu Ae Min’gyu Ponta, do Chunnam Dragon (Coréia do Sul)
16 Teles Marlon Teles Lateral vindo do América-MG
18 Ygor Nogueira Ygor Nogueira Volante da base
19 Medim Madson Maciel Meia armador, do Juazeiro
21 MF Martilho Feliciano Centroavante, vindo do Retrô
28 Beto Proença Beto Proença Volante, vindo do Fluminense
78 Jaques Cunha Jaques Cunha Centroavante, vindo do Titã

Galvez: A Águia que Desafia a Gravidade do Futebol Bardileiro

Claudio Pato

O Galvez não é apenas um time de futebol. É uma declaração de que no Bardileiro, sonhos não têm altitude máxima. Nascido em 1911 no coração acreano, o clube é como um gavião teimoso que recusa aceitar os limites da gravidade esportiva.

Sua trajetória é um filme de improvável ascensão. De uma posição inicial próxima ao centésimo lugar no ranking nacional, o Galvez escalou posições com a mesma determinação de quem sobe a Serra do Divisor. Em 1990, no auge da sua jornada épica, conquistou o título máximo - um momento que transformou Rio Branco em um mar verde e amarelo de êxtase.

Mas o futebol não é só glória. O Galvez conhece os dois lados da moeda. Após o campeonato, mergulhou em um declínio tão dramático que chegou a disputar a quinta divisão em 2014. Desceu, subiu, caiu novamente. Em 2024, está na Série D, mas quem seria louco de apostar contra essa águia?

Os números contam sua saga: de 80º em 1982 para o 1º lugar em 1990, depois uma queda vertiginosa que o levou ao 97º posto em 2017. Mas o Galvez ensina: ranking não define destino. É a alma que conta.

Um time que nasceu no Acre, terra de fronteira, de resistência. Um time que é mais do que 11 jogadores: é uma metáfora viva de que no futebol, como na vida, a única derrota é desistir.

Galvez: nem sempre no topo, mas sempre improvável.

Uniformes

Principal - Camisa e short amarelos

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Secundário - Camisa e short verdes

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Goleiro - camisa amarela e short vermelhos

Segunda de goleiro - camisa e short roxos