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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série D. Camisa da Qmyz, com patrocinadora master Adro Perla. Sob comando do técnico Alison Braun
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Molodets | Yevhen Mykolovych Marchuk | Vindo do Dnipro-1 (Ucrânia) |
| 9 | Pinheiro | Benjamim Pinheiro | Ponta da base |
| 11 | Ae Min’gyu | Ae Min’gyu | Ponta, do Chunnam Dragon (Coréia do Sul) |
| 16 | Teles | Marlon Teles | Lateral vindo do América-MG |
| 18 | Ygor Nogueira | Ygor Nogueira | Volante da base |
| 19 | Medim | Madson Maciel | Meia armador, do Juazeiro |
| 21 | MF | Martilho Feliciano | Centroavante, vindo do Retrô |
| 28 | Beto Proença | Beto Proença | Volante, vindo do Fluminense |
| 78 | Jaques Cunha | Jaques Cunha | Centroavante, vindo do Titã |
Claudio Pato
O Galvez não é apenas um time de futebol. É uma declaração de que no Bardileiro, sonhos não têm altitude máxima. Nascido em 1911 no coração acreano, o clube é como um gavião teimoso que recusa aceitar os limites da gravidade esportiva.
Sua trajetória é um filme de improvável ascensão. De uma posição inicial próxima ao centésimo lugar no ranking nacional, o Galvez escalou posições com a mesma determinação de quem sobe a Serra do Divisor. Em 1990, no auge da sua jornada épica, conquistou o título máximo - um momento que transformou Rio Branco em um mar verde e amarelo de êxtase.
Mas o futebol não é só glória. O Galvez conhece os dois lados da moeda. Após o campeonato, mergulhou em um declínio tão dramático que chegou a disputar a quinta divisão em 2014. Desceu, subiu, caiu novamente. Em 2024, está na Série D, mas quem seria louco de apostar contra essa águia?
Os números contam sua saga: de 80º em 1982 para o 1º lugar em 1990, depois uma queda vertiginosa que o levou ao 97º posto em 2017. Mas o Galvez ensina: ranking não define destino. É a alma que conta.
Um time que nasceu no Acre, terra de fronteira, de resistência. Um time que é mais do que 11 jogadores: é uma metáfora viva de que no futebol, como na vida, a única derrota é desistir.
Galvez: nem sempre no topo, mas sempre improvável.
Principal - Camisa e short amarelos

Secundário - Camisa e short verdes

Goleiro - camisa amarela e short vermelhos
Segunda de goleiro - camisa e short roxos