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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série B. Camisa da Bructal, com patrocinadora master Zebu Farm.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
4 Alonzo Alonzo Piccio Veio do Chivas Guadalajara (México)
6 Nicolau Nicolau Rodrigues Jovem centroavante, da base
20 Sada Sada Kante Ponta, vindo do Onze Créateurs (Mali)
21 Voslo Alejandro Voslo Centroavante, vindo do Remo
22 Lorenzo Lorenzo Azevedo Ponta, vindo do América-MG
23 Fábio Xavier Fábio Xavier Goleiro vindo do Retrô
24 Isinho Isidoro Arruda Lateral, vindo do CSA
29 Luis Xavier Luis Xavier Volante, vindo do Azuriz
72 Rangel Faro Rangel Volante vindo do Desportivo Cali (Colômbia)

"Grêmio: a lenda que caiu, voltou e governou o Bardileiro"

Por João Pylart

É impossível narrar o Campeonato Bardileiro sem dedicar uma crônica inteira ao Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense — clube que provou, ao longo de mais de quatro décadas, que só há um caminho certo na vida: o de quem não teme a queda e tampouco se acomoda com o topo.

📉 A queda do céu — 1990 a 1997

Nos anos 1980, o Grêmio ainda esbanjava nobreza na Série A, frequentando com frequência o Top 10, e até beliscando dois vice-campeonatos consecutivos em 1985 e 1986. Mas 1990 foi o divisor de águas. Com a queda para a Série B, o clube iniciou uma descida longa e dolorosa, atravessando cinco temporadas entre as divisões C, D e E.

Em 1997, o Grêmio sagrou-se campeão da Série E, um feito que poucos celebraram na época — mas que hoje é visto como o início da reconstrução. A vitória, conquistada sob a batuta do técnico Faustino Quaresma e com elenco recheado de pratas da casa como Eron Inoque e o lateral Baltazar, foi o primeiro passo de uma escalada heróica.

🏃‍♂️ A escalada obstinada — 1998 a 2010

Nos dez anos seguintes, o Grêmio percorreu a escada divisional degrau a degrau. Em 2009, com uma campanha consistente na Série C, obteve acesso à Série B. E em 2010, já sob o comando tático de Aloísio Novaes, foi vice-campeão da Série B, garantindo vaga na elite.

O acesso não foi apenas técnico. Foi simbólico. A torcida, que atravessara todos os calvários — desde as derrotas vexatórias nos campos de chão batido da Série D — agora voltava a entoar cantos com ecos em estádios de elite.

👑 A era dourada — 2011 a 2023

De 2011 em diante, o Grêmio reencontrou seu melhor futebol. A permanência na Série A virou rotina, e os acessos se transformaram em disputas de título.

Em 2020, com o genial atacante Medeiros e o maestro Holanda no meio-campo, o tricolor gaúcho venceu o Campeonato Bardileiro, terminando na liderança absoluta. A campanha teve 15 vitórias e um saldo de gols de +27, sendo ainda lembrada como uma das mais sólidas da era moderna.

Em 2023, o clube voltou a figurar no Top 3, terminando como vice-campeão, atrás apenas do surpreendente Outonal Sport Club, de Ariquemes — cujo esquema tático “zona mutante” ainda rende debates acalorados.

⚠️ 2024: o abalo inesperado

Mas como toda trajetória do Grêmio, a estabilidade é apenas aparente. Em 2024, o clube terminou na 17ª posição da Série A e foi rebaixado, encerrando um ciclo virtuoso com uma pontuação abaixo do esperado. O técnico Raí Fontana foi demitido sob pressão, e o volante Ramón do Brado, símbolo da geração, anunciou aposentadoria com a frase: “Não fomos menos; fomos breves demais no topo”.

🌟 Legado e mito