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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série B. Camisa da YinJin, com patrocinadora master Vito XT. Sob comando de Gabriel Barros.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 3 | Zé Ronaldo | José Ronaldo | Meia, vindo do Grêmio |
| 4 | Novaes | Marcos Novaes | Veio do Junvetude |
| 5 | Mence | Mence Domínguez | Vem do Nacional Potosi (Bolívia) |
| 9 | SP | Salomão Porfico | Ponta, do Botafogo-PB |
| 10 | Osmar Morales | Osmar Morales | Centroavante da base |
| 12 | Pedro Luiz | Pedro Luiz Bravo | Goleiro, vindo do Floresta |
| 13 | AD | Adem Degenaar | Lateral, vindo do Herediano (Costa Rica) |
| 17 | Oli Selva | Olímpio Suares | Meia, vindo do 14-Bis |
| 20 | Iago | Iago Pietersen | Ponta, da base |
| 25 | Cortés | Orlando Cortés | Zagueiro, veio do Santa Fé (Colômbia) |
| 33 | Beck | Roni Becker | Ponta, vindo do Guarani |
| 71 | Ryan | Ryan Duarte | Meia, vindo do Olimpo |
por Luminara Souza
Fundado em 1921 na pitoresca vila litorânea de Paripueira (AL), o Guarani de Paripueira nasceu sob a exuberância das matas e o brilho do sol que banha suas praias. Seu mascote, a Arara, simboliza a liberdade e a coragem que o clube carregaria ao longo de quatro décadas de história no Campeonato Bardileiro.
Nos primeiros anos de participação (1982‑1985), o Guarani habitava a Série D, ocupando posições medianas (5ª a 15ª). Ainda assim, a equipe mostrava sinais de consistência, mantendo‑se longe da zona de queda. Em 1986, ao alcançar a 7ª posição, o clube consolidou sua presença, mas foi em 1987 que sofreu seu primeiro revés: a 19ª colocação o relegou para a Série E, marcando a primeira “rebaixada” da história.
A virada começou em 1990, quando o Guarani subiu para a 2ª posição da Série E, garantindo o título de vice‑campeão e, logo depois, em 1992, alcançou a 1ª posição da Série D. Esse feito rendeu o primeiro Campeonato da divisão, impulsionando o clube à Série C. A partir daí, a trajetória tornou‑se um verdadeiro sobe‑e‑desce, típico dos clubes que habitam o limiar entre as categorias.
Entre 1993 e 2005, o Guarani balançou entre as Séries C, D e E, alternando entre permanências e rebaixamentos. Destacam‑se duas quedas dolorosas: 1996 (20ª na Série C) e 1997 (18ª na Série D). Contudo, a resiliência do clube ficou evidente em 2006, quando, ao terminar 4ª na Série E, conquistou a subida para a Série D, iniciando um ciclo de recuperação.
Os anos 2009‑2011 marcaram a fase mais brilhante da história recente. Em 2009, o Guarani garantiu a 4ª posição da Série D, subindo novamente. Dois anos depois, em 2010, ficou 5ª na Série C, e, em 2011, alcançou a 11ª posição da mesma divisão, consolidando‑se como candidato sólido à Série B. A promoção definitiva ocorreu em 2020, quando, terminando 3ª na Série C, subiu para a Série B, onde permaneceu até 2024.
A estreia na Série B trouxe novos desafios. Em 2020, o Guarani surpreendeu ao ficar 3ª, garantindo outra subida, desta vez para a cobiçada Série A. Contudo, a permanência na elite foi curta: em 2021, apesar de terminar 3ª na Série B (nova promoção), o clube acabou rebaixado em 2024, ao ocupar a 19ª posição – a segunda “rebaixada” da década.
Hoje, o Guarani de Paripueira carrega a experiência de doze promoções, três rebaixamentos, um campeonato de divisão (1992) e dois vice‑campeonatos (1990 e 2017). Sua história demonstra que, embora o caminho seja sinuoso, a determinação de um clube pequeno pode gerar grandes feitos. A Arara, símbolo de resistência, continua a inspirar jogadores, comissão técnica e torcedores, que acreditam que a próxima página desse livro ainda trará voos ainda mais altos.