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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série B. Camisa da Canary, com patrocinadora master Zebu Farm.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 4 | Eduardo | Eduardo Camões Trindade | Vindo do Vitória |
| 6 | Abel | Abel Basto | Vindo do Caxias |
| 7 | Kaique | Kaique Leoni | Vindo do Cianorte |
| 9 | Edgar Stein | Edgar Stein | Vindo do Bahia |
| 11 | Gibão | Gibson Torres | Ponta, vindo do Imperatriz |
| 22 | Abade | Taamir El-Abad | Ponta, vindo do Al-Etiifaq (Arábia) |
| 39 | Geraldo Paulista | Geraldo Capon | Centroavante vindo da base |
Por Otávio Gepeto
No coração do sertão cearense, onde o sol molda o caráter e o futebol é quase um ato de fé, o Iguatu Futebol Clube construiu uma das trajetórias mais improváveis e inspiradoras do Campeonato Bardileiro. Fundado em 1910, o clube que leva o nome da cidade aprendeu, ao longo das décadas, a desafiar o destino — e a provar que o interior também pode brilhar sob os refletores do país.
As primeiras décadas de registro do Azulão do Peito Seco foram de resistência e aprendizado, flutuando entre as divisões intermediárias e lutando para firmar identidade. Mas em 1987, o Iguatu fez história: um time veloz, solidário e empurrado por uma torcida que lotava o acanhado estádio municipal conquistou o vice-campeonato bardileiro, um feito que ecoou por todo o Nordeste. Aquela campanha marcou a consolidação de um estilo de jogo corajoso e ofensivo — o “ataque sertanejo” — que se tornaria marca registrada do clube.
Os anos seguintes trouxeram oscilações típicas de quem vive na corda bamba entre sonho e realidade. O Iguatu desceu e subiu, lutou contra rebaixamentos, e por vezes parecia destinado à obscuridade. Ainda assim, manteve o azul vibrante de suas cores e a fidelidade de um povo que não desiste. Em 1989, veio outro lampejo de grandeza: o título da Série B, com uma campanha memorável e a consagração definitiva de seu mascote, o destemido Azulão do Peito Seco.
Nos tempos recentes, o clube voltou a se reinventar. Entre quedas dolorosas e renascimentos, o Iguatu percorreu todas as divisões do Bardileiro até alcançar novamente o topo da Série B em 2021, retornando à elite com o mesmo espírito teimoso de outrora. O ano de 2022, coroado por um 9º lugar na Série A, foi celebrado como a maior prova de que o futebol do sertão ainda pulsa forte.
Hoje, mesmo após encerrar 2024 em uma modesta 27ª posição (7º lugar na Série B), o Iguatu segue fiel ao seu destino de resistência. No sertão, o azul nunca se apaga — apenas reflete o céu que insiste em brilhar sobre quem acredita.
Principal - Camisa e short azuis

Secundário - Camisa e short brancos

Goleiro - camisa e short vermelhos
Segunda de goleiro - camisa azul clara e short preto