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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputa a Série A. Camisa da Corvão. Patrocinador master: Drive-in Jr.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 20 | Azac | Abel Zacarias | Centroavante da base |
por Bruna G P Tina
Poucas histórias no Campeonato Bardileiro são tão improváveis, tão repletas de reviravoltas, quanto a saga da Inter de Limeira. Fundado em 1913, o Leão da Paulista começou sua trajetória no longínquo 1982 nas sombras da Série E, ocupando a modesta 6ª posição. Durante boa parte das décadas de 1980 e 1990, a Inter parecia fadada ao anonimato, oscilando entre os porões do futebol e campanhas discretas.
O fundo do poço veio em 1993: na Série E, a 20ª colocação, último lugar geral. Parecia o fim. Mas quem conhece a alma do futebol limeirense sabe que o Leão adormece, mas nunca morre. A base formada no final dos anos 1990, com atletas como o zagueiro Elmar Bicudo (ídolo que recusou propostas de clubes da Série A para reconstruir o time) e o atacante Geraldo Ramires, revelado no próprio clube, começou a moldar um futuro diferente.
O novo século trouxe esperança. A equipe foi galgando degraus: Série D em 2004 (terminando em 13º), Série C em 2007 (14º) e o 3º lugar em 2009, dando acesso à Série B. Mas foi em 2010 que o improvável começou a tomar forma: 1ª colocação, campeão da Série B. No ano seguinte, um milagre: a Inter de Limeira, sob o comando do técnico Ned Vasconcelos, conquistou o título máximo, terminando em 1º lugar em 2011. Um feito considerado até hoje um dos maiores contos de fadas do Bardileiro.
Mas a montanha-russa não cessaria. Após o ápice, o Leão perdeu peças importantes e voltou a cair. Em 2016, terminou na zona de rebaixamento da D, voltando no ano seguinte ao inferno da Série E. Ainda assim, manteve-se vivo. Em 2022, venceu a Série C, subiu no ano seguinte para vencer também a Série B mais uma vez. Em 2024 finalmente firma sua permanência na elite com uma campanha segura e ambiciosa, fechando o ano em 12º lugar.
Hoje, a Inter de Limeira é respeitada. Seu CT, que leva o nome de Elmar Bicudo, forma atletas disputados por todo o país. O mascote, o Leão, deixou de ser símbolo de bravatas e virou imagem de resistência. A cidade, que durante anos viveu de memórias e saudades, agora ostenta orgulho renovado.
Há quem diga que o título de 2011 foi um acaso. Mas só diz isso quem não viu a Inter rastejar para poder correr. Porque no Bardileiro, onde o caos dita as regras, a Inter de Limeira provou que até os esquecidos podem se tornar reis.
Principal - Camisa listrada e short preto

Secundário - Camisa e short brancos

Goleiro - camisa e short azuis
Segunda de goleiro - camisa cinza claro e short preto