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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série D. Camisa da YinJing, com patrocinadora master Zebu Farm. Sob comando do técnico Alvantino Santos.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Tierry | Tierry Martinelli | Vindo da Chapecoense |
| 5 | Auri Nene | Aurelius Inglesias | Lateral, vindo do Rosário Central (Argentina) |
| 7 | Martins | Rosendo Martins | Volante da base |
| 8 | Ozael Vasquez | Ozael Vasquez | Meia, da base |
| 9 | EV | Estêvão Vistein | Ponta, vindo do Criciúma |
| 10 | AC | Aloísio Correia | Centroavante, vindo do Vila Nova |
| 11 | Juanz | Juanz Porfírio | Zagueiro, vindo do Sport |
| 15 | Geojin | Giovanni Barreto | Zagueiro, da base |
| 18 | Robinson | Eduardo Robinson | Volante, vindo do Vasco |
| 19 | Landinho | Rolando Ribeiro | Meia, do América-MG |
| 20 | Monti | Eurico Monti | Ponta, vindo do Tombense |
| 25 | JdL | Janco de Lange | Zagueiro, vindo do Renaissance (Congo) |
| 28 | Alceu | Alceu Santana | Volante, vindo do Rio Negro-RR |
| 50 | Vaqueiro | Cacá Mendes | Lateral, vindo do Mixto-MT |
Por J. Dee Sique
Há clubes cuja história é escrita a ferro e fogo. Outros, a sonhos e poeira. A trajetória do Maringá — ou, como preferem os torcedores mais antigos, "O Cachorro do Norte do Paraná" — é um pouco das duas coisas, com um toque de magia característica de quem já habitou todos os cantos do Bardileirão.
Fundado em 1910, o Maringá é um dos times mais antigos em atividade no país, mas sua jornada nacional só ganhou corpo a partir dos anos 1980. E que jornada. O clube começou a década de 80 na Série D, mas rapidamente caiu para a Série E, onde chegou a ocupar a última posição do ranking nacional em 1986. Naquele tempo, o time era conhecido como “o fundão do fundão” — uma espécie de piada pronta entre os cronistas. Mas o cachorro soube esperar sua hora.
A virada começou com a chegada do técnico Ramón Pfeiffer em 1991. Homem de poucas palavras e tática simples, Ramón montou um time pragmático, com jogadores como Artur Leal na zaga e Tonho Soldado no meio-campo — nomes que jamais brilhariam em outras praças, mas que no Maringá se tornaram lendas. Em 1992, o time subiu da Série E para a D. Em 1993, permaneceu. E assim, ano após ano, o Cachorro foi avançando sem pressa, mas sem parar.
O ápice veio em 2013. Sob o comando do carismático Henrique Vinicius Mônaco, um ex-massagista que assumiu o time por falta de opção e descobriu-se gênio tático, o Maringá não só chegou à Série B como quase alcançou a elite. Em 2014, ficou na 25ª posição geral — a melhor de sua história. O atacante Celestino Gomes, revelado nas categorias de base do clube, foi artilheiro da Série B com 21 gols e acabou vendido para o Corinthians por uma bolada. A cidade inteira chorou de orgulho.
De lá para cá, o Maringá viveu anos de altos e baixos — em 2022 caiu para a Série C, e hoje, em 2024, luta na D. Mas essa instabilidade não apaga a identidade do clube: um time de raiz, com torcida fiel e uma resistência silenciosa que lembra um cachorro de guarda — late pouco, mas morde quando precisa.
O Maringá pode não ter títulos nacionais. Pode não ter estrelas globais. Mas tem algo que poucos times do Bardileirão têm: uma alma. E às vezes, no futebol, isso vale mais que um campeonato.
| Período | Pessoa | Papel |
|---|---|---|
| 1991-1992 | Ramón Pfeiffer | Técnico |
| 1991-2002 | Artur Leal | Zagueiro |
| 1991-1993 | João Antônio "Tonho" Soldado | Meia |
| 2013 | Henrique Vinicius Mônaco | Técnico |
| 2014 | Celestino Gomes da Silva | Atacante |
Principal - Camisa listrada verticalmente em verde claro e escuro; short verde escuro

Secundário - Camisa e short brancos

Goleiro - camisa amarela e short rosa