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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série D. Camisa da YinJing, com patrocinadora master Zebu Farm. Sob comando do técnico Alvantino Santos.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Tierry Tierry Martinelli Vindo da Chapecoense
5 Auri Nene Aurelius Inglesias Lateral, vindo do Rosário Central (Argentina)
7 Martins Rosendo Martins Volante da base
8 Ozael Vasquez Ozael Vasquez Meia, da base
9 EV Estêvão Vistein Ponta, vindo do Criciúma
10 AC Aloísio Correia Centroavante, vindo do Vila Nova
11 Juanz Juanz Porfírio Zagueiro, vindo do Sport
15 Geojin Giovanni Barreto Zagueiro, da base
18 Robinson Eduardo Robinson Volante, vindo do Vasco
19 Landinho Rolando Ribeiro Meia, do América-MG
20 Monti Eurico Monti Ponta, vindo do Tombense
25 JdL Janco de Lange Zagueiro, vindo do Renaissance (Congo)
28 Alceu Alceu Santana Volante, vindo do Rio Negro-RR
50 Vaqueiro Cacá Mendes Lateral, vindo do Mixto-MT

Maringá: O Cão de Caça que Aprendeu a Voar

Por J. Dee Sique

Há clubes cuja história é escrita a ferro e fogo. Outros, a sonhos e poeira. A trajetória do Maringá — ou, como preferem os torcedores mais antigos, "O Cachorro do Norte do Paraná" — é um pouco das duas coisas, com um toque de magia característica de quem já habitou todos os cantos do Bardileirão.

Fundado em 1910, o Maringá é um dos times mais antigos em atividade no país, mas sua jornada nacional só ganhou corpo a partir dos anos 1980. E que jornada. O clube começou a década de 80 na Série D, mas rapidamente caiu para a Série E, onde chegou a ocupar a última posição do ranking nacional em 1986. Naquele tempo, o time era conhecido como “o fundão do fundão” — uma espécie de piada pronta entre os cronistas. Mas o cachorro soube esperar sua hora.

A virada começou com a chegada do técnico Ramón Pfeiffer em 1991. Homem de poucas palavras e tática simples, Ramón montou um time pragmático, com jogadores como Artur Leal na zaga e Tonho Soldado no meio-campo — nomes que jamais brilhariam em outras praças, mas que no Maringá se tornaram lendas. Em 1992, o time subiu da Série E para a D. Em 1993, permaneceu. E assim, ano após ano, o Cachorro foi avançando sem pressa, mas sem parar.

O ápice veio em 2013. Sob o comando do carismático Henrique Vinicius Mônaco, um ex-massagista que assumiu o time por falta de opção e descobriu-se gênio tático, o Maringá não só chegou à Série B como quase alcançou a elite. Em 2014, ficou na 25ª posição geral — a melhor de sua história. O atacante Celestino Gomes, revelado nas categorias de base do clube, foi artilheiro da Série B com 21 gols e acabou vendido para o Corinthians por uma bolada. A cidade inteira chorou de orgulho.

De lá para cá, o Maringá viveu anos de altos e baixos — em 2022 caiu para a Série C, e hoje, em 2024, luta na D. Mas essa instabilidade não apaga a identidade do clube: um time de raiz, com torcida fiel e uma resistência silenciosa que lembra um cachorro de guarda — late pouco, mas morde quando precisa.

O Maringá pode não ter títulos nacionais. Pode não ter estrelas globais. Mas tem algo que poucos times do Bardileirão têm: uma alma. E às vezes, no futebol, isso vale mais que um campeonato.

Período Pessoa Papel
1991-1992 Ramón Pfeiffer Técnico
1991-2002 Artur Leal Zagueiro
1991-1993 João Antônio "Tonho" Soldado Meia
2013 Henrique Vinicius Mônaco Técnico
2014 Celestino Gomes da Silva Atacante

Uniformes

Principal - Camisa listrada verticalmente em verde claro e escuro; short verde escuro

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Secundário - Camisa e short brancos

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Goleiro - camisa amarela e short rosa