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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série A. Camisa da Canary, com patrocinadora master Quironhost. Sob comando do técnico Rivaldo Vargas.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Ozael Ozael Zarur Goleiro, vindo do Vila Nova
2 Tarik Tarik Vasquez Meia ofensivo, vindo do Olimpo
3 E Muller Evanildo Muller Zagueiro, da base
4 Franson Franson Pizzo Zagueiro, vindo do Remo
5 Shao Li Shao Li Volante, vindo do Shanghai Shenhua (China)
6 Pumba Lucas Dion Volante, vindo do Itacoatiara
7 HR Hipólito Ramires Lateral, da base
8 Luca Garcia Luca Garcia Ponta, vindo do Rentistas (Uruguai)
9 Quíron Jorge Quíron Ponta, vindo do Ferroviária
10 Vicentino Vicentino Maran Centroavante, vindo do Atlético-GO
12 PC Paulo Correia Goleiro, da base
13 Rivaldo Rivaldo Mariani Zagueiro, da base
16 Ninja Donatello Siqueira Lateral, vindo do Sacramento
17 Moacir Moacir Moreira Volante, vindo do Olimpo
18 Olegário Olegário Vasquez Volante, vindo do Central
19 Marquito Marcos Urquiza Meia ofensivo, vindo do Delfin (Equador)
20 JJ José João Sanz Ponta, vindo da Portuguesa Carioca
21 Sandro Sandro Gonzales Centroavante, vindo da Ponte Preta
23 J Franco Juvenal Franco Goleiro, da base
44 Jairo Jairo Schäfer Zagueiro, da base
64 Muniz Cleber Muniz Lateral, vindo do Capital

Palmeiras: Do Abismo à Reconquista Verde

por Bruna G P Tina

Poucos clubes no Campeonato Bardileiro experimentaram a oscilação vertiginosa que viveu o Palmeiras. Fundado em 1914, o clube da capital paulista é um dos símbolos da tradição esportiva do estado, com sua camisa verde e branca sendo reverenciada por gerações. Mas no Bardileiro, sua trajetória se desenrolou como uma epopeia de glórias, desastres e redenções.

A estreia em 1982 já foi promissora: 3º lugar na Série A. Nos anos seguintes, o Palmeiras manteve-se entre os melhores, figurando sempre no G4. Era um time forte, com base sólida, impulsionado pelo meia Sandrito e o centroavante Nélson Monti, que aterrorizavam as defesas adversárias com tabelas rápidas e finalizações mortais.

Mas a estabilidade não duraria. Em 1987, um 17º lugar na elite selou a queda. Assim começou uma longa travessia pela Série B, que duraria até 1994. Foi um período de reconstrução, marcado por altos e baixos, mas também por descobertas: foi nesse tempo que surgiu Caio Vogel, revelação da base, que viria a ser o cérebro do time campeão da Série B em 1994 — a primeira taça nacional do clube no Bardileiro.

O retorno à Série A foi digno de roteiro de superação. Entre 1995 e 2005, o Palmeiras viveu seu período de ouro, com destaque para o vice-campeonato de 2000. O técnico Antônio Carlos Ourives, adepto do 3-5-2 fluido, transformou o meio-campo alviverde em uma usina de posse e pressão, fazendo do time um dos mais respeitados da elite.

Mas o abismo voltaria a assombrar. Em 2005, um 17º lugar derrubou o clube de novo — e dessa vez, o tombo seria brutal. Em apenas 6 anos, o Palmeiras desceu todas as divisões, chegando à Série E em 2011. Foi o pior momento da história do clube: desorganização, salários atrasados, elencos frágeis e uma torcida perplexa. A imagem de José Pereira, técnico interino chorando após o rebaixamento para a quinta divisão, tornou-se símbolo do colapso.

No entanto, o Palmeiras não desapareceu. Pelo contrário: renasceu das cinzas, passo a passo. Em 2014, venceu a Série E. Em 2016, voltou à D. E em 2018, ergueu a taça da Série C. O comandante da retomada foi o jovem treinador Otávio Freitas, que apostou em talentos da base e no estilo ofensivo. A cada acesso, a chama reacendia na torcida.

A caminhada culminou em 2024 com mais um marco: campeão da Série B, garantindo o retorno à elite após 19 anos. Mais do que uma conquista esportiva, foi uma reafirmação identitária. O Porco mostrou que tradição não basta — é preciso reinventar-se.

Hoje, o Palmeiras está de volta entre os grandes. E mesmo que não tenha ainda levantado a taça máxima do Bardileiro, nenhum outro clube pode se orgulhar de uma trajetória tão vertiginosa e resiliente. O verde da esperança, afinal, nunca abandonou o Allianz Central.

Período Nome Papel
1981-1982 Alessandro "Sandrito" Ito Meia
1982-1984 Nélson Monti Nélson Monti
1994 Caio Vogel Meia ofensivo
1995-2003 Antônio Carlos Ourives Técnico
2011 José Pereira Técnico
2018 Otávio Freitas Técnico

Uniformes

Principal - Camisa verde e short branco

camisa-palmeiras-25.png

Secundário - Camisa branca e short verde