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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputando a Série A. Camisa da Canary, com patrocinadora master Quironhost. Sob comando do técnico Rivaldo Vargas.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Ozael | Ozael Zarur | Goleiro, vindo do Vila Nova |
| 2 | Tarik | Tarik Vasquez | Meia ofensivo, vindo do Olimpo |
| 3 | E Muller | Evanildo Muller | Zagueiro, da base |
| 4 | Franson | Franson Pizzo | Zagueiro, vindo do Remo |
| 5 | Shao Li | Shao Li | Volante, vindo do Shanghai Shenhua (China) |
| 6 | Pumba | Lucas Dion | Volante, vindo do Itacoatiara |
| 7 | HR | Hipólito Ramires | Lateral, da base |
| 8 | Luca Garcia | Luca Garcia | Ponta, vindo do Rentistas (Uruguai) |
| 9 | Quíron | Jorge Quíron | Ponta, vindo do Ferroviária |
| 10 | Vicentino | Vicentino Maran | Centroavante, vindo do Atlético-GO |
| 12 | PC | Paulo Correia | Goleiro, da base |
| 13 | Rivaldo | Rivaldo Mariani | Zagueiro, da base |
| 16 | Ninja | Donatello Siqueira | Lateral, vindo do Sacramento |
| 17 | Moacir | Moacir Moreira | Volante, vindo do Olimpo |
| 18 | Olegário | Olegário Vasquez | Volante, vindo do Central |
| 19 | Marquito | Marcos Urquiza | Meia ofensivo, vindo do Delfin (Equador) |
| 20 | JJ | José João Sanz | Ponta, vindo da Portuguesa Carioca |
| 21 | Sandro | Sandro Gonzales | Centroavante, vindo da Ponte Preta |
| 23 | J Franco | Juvenal Franco | Goleiro, da base |
| 44 | Jairo | Jairo Schäfer | Zagueiro, da base |
| 64 | Muniz | Cleber Muniz | Lateral, vindo do Capital |
por Bruna G P Tina
Poucos clubes no Campeonato Bardileiro experimentaram a oscilação vertiginosa que viveu o Palmeiras. Fundado em 1914, o clube da capital paulista é um dos símbolos da tradição esportiva do estado, com sua camisa verde e branca sendo reverenciada por gerações. Mas no Bardileiro, sua trajetória se desenrolou como uma epopeia de glórias, desastres e redenções.
A estreia em 1982 já foi promissora: 3º lugar na Série A. Nos anos seguintes, o Palmeiras manteve-se entre os melhores, figurando sempre no G4. Era um time forte, com base sólida, impulsionado pelo meia Sandrito e o centroavante Nélson Monti, que aterrorizavam as defesas adversárias com tabelas rápidas e finalizações mortais.
Mas a estabilidade não duraria. Em 1987, um 17º lugar na elite selou a queda. Assim começou uma longa travessia pela Série B, que duraria até 1994. Foi um período de reconstrução, marcado por altos e baixos, mas também por descobertas: foi nesse tempo que surgiu Caio Vogel, revelação da base, que viria a ser o cérebro do time campeão da Série B em 1994 — a primeira taça nacional do clube no Bardileiro.
O retorno à Série A foi digno de roteiro de superação. Entre 1995 e 2005, o Palmeiras viveu seu período de ouro, com destaque para o vice-campeonato de 2000. O técnico Antônio Carlos Ourives, adepto do 3-5-2 fluido, transformou o meio-campo alviverde em uma usina de posse e pressão, fazendo do time um dos mais respeitados da elite.
Mas o abismo voltaria a assombrar. Em 2005, um 17º lugar derrubou o clube de novo — e dessa vez, o tombo seria brutal. Em apenas 6 anos, o Palmeiras desceu todas as divisões, chegando à Série E em 2011. Foi o pior momento da história do clube: desorganização, salários atrasados, elencos frágeis e uma torcida perplexa. A imagem de José Pereira, técnico interino chorando após o rebaixamento para a quinta divisão, tornou-se símbolo do colapso.
No entanto, o Palmeiras não desapareceu. Pelo contrário: renasceu das cinzas, passo a passo. Em 2014, venceu a Série E. Em 2016, voltou à D. E em 2018, ergueu a taça da Série C. O comandante da retomada foi o jovem treinador Otávio Freitas, que apostou em talentos da base e no estilo ofensivo. A cada acesso, a chama reacendia na torcida.
A caminhada culminou em 2024 com mais um marco: campeão da Série B, garantindo o retorno à elite após 19 anos. Mais do que uma conquista esportiva, foi uma reafirmação identitária. O Porco mostrou que tradição não basta — é preciso reinventar-se.
Hoje, o Palmeiras está de volta entre os grandes. E mesmo que não tenha ainda levantado a taça máxima do Bardileiro, nenhum outro clube pode se orgulhar de uma trajetória tão vertiginosa e resiliente. O verde da esperança, afinal, nunca abandonou o Allianz Central.
| Período | Nome | Papel |
|---|---|---|
| 1981-1982 | Alessandro "Sandrito" Ito | Meia |
| 1982-1984 | Nélson Monti | Nélson Monti |
| 1994 | Caio Vogel | Meia ofensivo |
| 1995-2003 | Antônio Carlos Ourives | Técnico |
| 2011 | José Pereira | Técnico |
| 2018 | Otávio Freitas | Técnico |
Principal - Camisa verde e short branco

Secundário - Camisa branca e short verde