<aside> ⚠️
Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
</aside>
Disputando a Série A. Camisa da Canary, com patrocinadora master Hasteroid. Sob comando do técnico Todor Basa.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Herege | Golias Krieger | Goleiro, vindo do Cresspom |
| 2 | Ramon | Ygor Ramon Pedrosa | Lateral, vindo do Cuiabá |
| 3 | Asafe | Asafe Araújo | Zagueiro, vindo do Figueirense |
| 4 | C Molina | Carmelo Molina | Zagueiro, vindo do Always Ready (Bolívia) |
| 6 | Nereu | Nereu Cabral | Volante, vindo do AFA |
| 8 | Conceição | Franklin Conceição | Meia ofensivo, vindo do AFA |
| 10 | Vinicius | Vinicius Henrique | Centroavante, vindo do BRD |
| 11 | Pedroca | Pietro Rios | Ponta, vindo do Mixto-MT |
| 12 | Marcos Elvira | Marcos Elvira | Goleiro, vindo do Universidad San Martín (Peru) |
| 14 | R Napolitano | Rufio Napolitano | Zagueiro, vindo do Rentistas (Uruguai) |
| 15 | Enrique | Enrique Ibrahim | Zagueiro, vindo do Avaí |
| 16 | João Carlos | João Carlos Ferreira | Lateral, da base |
| 18 | Osmar | Osmar Teixeira | Volante, vindo do ASA-CE |
| 19 | RH | Rubin Haliti | Meia ofensivo, vindo do KS Apolonia (Albânia) |
| 20 | Leo | Leopoldo Placido | Ponta, vindo do Audax Italiano (Chile) |
| 22 | Johnathan | Johnathan Kolmel | Ponta, vindo do Kiryat Shmona (Israel) |
| 23 | Edmundo Jaraguá | Edmundo Jaraguá | Goleiro, da base |
| 26 | Ênio | Ênio Maluf | Zagueiro, vindo do Boa Esporte |
| 31 | José Francisco | José Francisco | Ponta, vindo do Pouso Alegre |
| 32 | Mickey | Mickey Maranhão | Centroavante, vindo do Operário-PR |
| 58 | Oishi | Oishi Kanjiro | Lateral, vindo do Vissel Kobe (Japão) |
| 81 | Lirinha | Isidoro Lira | Volante, vindo do Iguatu |
por Bruna G P Tina
Durante muito tempo, o futebol bardileiro teimou em ignorar a força do Norte. Os grandes centros do Sul e Sudeste dominavam a elite, e aos clubes nortistas restava o papel ingrato de coadjuvantes. Mas a partir do século XXI, tudo começou a mudar. E ninguém simboliza melhor essa virada de chave do que o Clube do Remo, o Leão Azul de Belém.
A história do Remo no Campeonato Bardileiro é, antes de tudo, uma lição de persistência. Nas primeiras edições, o clube flertou com a elite: entre 1982 e 1988, ocupou posições entre a 14ª da A (1987) e a 18ª da B (1989), mantendo-se competitivo na Série B e beliscando a A. Contudo, os anos 90 foram turbulentos. O Remo mergulhou em um limbo tático e administrativo, oscilando entre a Série C e a metade de baixo da B. O torcedor se acostumou a lutar contra o rebaixamento mais do que sonhar com acesso.
Essa narrativa só começou a mudar com a geração de 2016. Tudo começou com o retorno do meia Paulo Sérgio, formado na base do próprio clube, que havia brilhado no Inconfidência-MG e voltou à casa decidido a fazer história. Ao lado do técnico paraense João Carlos, que revolucionou o estilo do time com um 3-4-3 apoiado em velocidade e intensidade, o Remo pavimentou seu renascimento.
Em 2017, a escalada foi meteórica: terceiro lugar geral, promovido à Série A. No ano seguinte, um feito histórico: campeão bardileiro de 2018, superando gigantes como Cruzeiro, Fluminense e Fortaleza. Em 2019, bicampeonato — um domínio técnico e emocional raríssimo fora do eixo Rio-SP.
Belém virou o centro do país. O Baenão recebia caravanas de todo o Brasil. A torcida azulina, já conhecida por sua paixão, se tornou símbolo nacional. O grito "Leão do Norte!" ecoava nas ruas, nas praias, nos rádios e nas campanhas publicitárias. Jogadores como o zagueiro Batista, o ponta KK e o goleiro Walter Couto viraram ídolos de proporções continentais.
O ciclo vitorioso durou até 2021, com dois títulos e dois vices (2020 e 2021). Depois, a inevitável reconstrução: perdas, aposentadorias, técnicos que não encaixaram. Em 2024, o Remo fechou o ano no 12º lugar da Série B, ainda tentando reencontrar o equilíbrio.
Mas o que ficou foi o legado. O Remo ensinou que um clube do Norte pode — e deve — sonhar alto. Que estrutura, base e identidade não são exclusividade dos clubes milionários. E que o futebol bardileiro é, antes de tudo, uma disputa de alma.
No Baenão, dizem que o Leão apenas dorme. E quem já viu esse rugido acordado, sabe: o Norte já conquistou o país uma vez. E pode muito bem fazê-lo de novo.
| Período | Nome | Papel |
|---|---|---|
| 2016-2017 | Paulo Sérgio Ramírez | Meia Ofensivo |
| 2016 | João Carlos Pedrosa | Técnico |
| 2019-2020 | Batista Durães | Zagueiro |
| 2019 | Cacá "KK" Castro | Ponta |
| 2017-2021 | Walter Couto | Goleiro |
Principal - Camisa preta e short branco

Secundário - Camisa branca e short preto
