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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

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Bardileirão 2025

Disputando a Série A. Camisa da Canary, com patrocinadora master Hasteroid. Sob comando do técnico Todor Basa.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
1 Herege Golias Krieger Goleiro, vindo do Cresspom
2 Ramon Ygor Ramon Pedrosa Lateral, vindo do Cuiabá
3 Asafe Asafe Araújo Zagueiro, vindo do Figueirense
4 C Molina Carmelo Molina Zagueiro, vindo do Always Ready (Bolívia)
6 Nereu Nereu Cabral Volante, vindo do AFA
8 Conceição Franklin Conceição Meia ofensivo, vindo do AFA
10 Vinicius Vinicius Henrique Centroavante, vindo do BRD
11 Pedroca Pietro Rios Ponta, vindo do Mixto-MT
12 Marcos Elvira Marcos Elvira Goleiro, vindo do Universidad San Martín (Peru)
14 R Napolitano Rufio Napolitano Zagueiro, vindo do Rentistas (Uruguai)
15 Enrique Enrique Ibrahim Zagueiro, vindo do Avaí
16 João Carlos João Carlos Ferreira Lateral, da base
18 Osmar Osmar Teixeira Volante, vindo do ASA-CE
19 RH Rubin Haliti Meia ofensivo, vindo do KS Apolonia (Albânia)
20 Leo Leopoldo Placido Ponta, vindo do Audax Italiano (Chile)
22 Johnathan Johnathan Kolmel Ponta, vindo do Kiryat Shmona (Israel)
23 Edmundo Jaraguá Edmundo Jaraguá Goleiro, da base
26 Ênio Ênio Maluf Zagueiro, vindo do Boa Esporte
31 José Francisco José Francisco Ponta, vindo do Pouso Alegre
32 Mickey Mickey Maranhão Centroavante, vindo do Operário-PR
58 Oishi Oishi Kanjiro Lateral, vindo do Vissel Kobe (Japão)
81 Lirinha Isidoro Lira Volante, vindo do Iguatu

O Remo e a reconquista do Norte

por Bruna G P Tina

Durante muito tempo, o futebol bardileiro teimou em ignorar a força do Norte. Os grandes centros do Sul e Sudeste dominavam a elite, e aos clubes nortistas restava o papel ingrato de coadjuvantes. Mas a partir do século XXI, tudo começou a mudar. E ninguém simboliza melhor essa virada de chave do que o Clube do Remo, o Leão Azul de Belém.

A história do Remo no Campeonato Bardileiro é, antes de tudo, uma lição de persistência. Nas primeiras edições, o clube flertou com a elite: entre 1982 e 1988, ocupou posições entre a 14ª da A (1987) e a 18ª da B (1989), mantendo-se competitivo na Série B e beliscando a A. Contudo, os anos 90 foram turbulentos. O Remo mergulhou em um limbo tático e administrativo, oscilando entre a Série C e a metade de baixo da B. O torcedor se acostumou a lutar contra o rebaixamento mais do que sonhar com acesso.

Essa narrativa só começou a mudar com a geração de 2016. Tudo começou com o retorno do meia Paulo Sérgio, formado na base do próprio clube, que havia brilhado no Inconfidência-MG e voltou à casa decidido a fazer história. Ao lado do técnico paraense João Carlos, que revolucionou o estilo do time com um 3-4-3 apoiado em velocidade e intensidade, o Remo pavimentou seu renascimento.

Em 2017, a escalada foi meteórica: terceiro lugar geral, promovido à Série A. No ano seguinte, um feito histórico: campeão bardileiro de 2018, superando gigantes como Cruzeiro, Fluminense e Fortaleza. Em 2019, bicampeonato — um domínio técnico e emocional raríssimo fora do eixo Rio-SP.

Belém virou o centro do país. O Baenão recebia caravanas de todo o Brasil. A torcida azulina, já conhecida por sua paixão, se tornou símbolo nacional. O grito "Leão do Norte!" ecoava nas ruas, nas praias, nos rádios e nas campanhas publicitárias. Jogadores como o zagueiro Batista, o ponta KK e o goleiro Walter Couto viraram ídolos de proporções continentais.

O ciclo vitorioso durou até 2021, com dois títulos e dois vices (2020 e 2021). Depois, a inevitável reconstrução: perdas, aposentadorias, técnicos que não encaixaram. Em 2024, o Remo fechou o ano no 12º lugar da Série B, ainda tentando reencontrar o equilíbrio.

Mas o que ficou foi o legado. O Remo ensinou que um clube do Norte pode — e deve — sonhar alto. Que estrutura, base e identidade não são exclusividade dos clubes milionários. E que o futebol bardileiro é, antes de tudo, uma disputa de alma.

No Baenão, dizem que o Leão apenas dorme. E quem já viu esse rugido acordado, sabe: o Norte já conquistou o país uma vez. E pode muito bem fazê-lo de novo.

Período Nome Papel
2016-2017 Paulo Sérgio Ramírez Meia Ofensivo
2016 João Carlos Pedrosa Técnico
2019-2020 Batista Durães Zagueiro
2019 Cacá "KK" Castro Ponta
2017-2021 Walter Couto Goleiro

Uniformes

Principal - Camisa preta e short branco

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Secundário - Camisa branca e short preto

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