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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputa a Série D. Camisa da Phiet. Patrocinador master: Bedeli. Sob comando do técnico Balbino Ramalho.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 23 | LV | Lucas Vidal | Goleiro, vindo do Novorizontino |
| 2 | Alien | Esdras Florentini | Vindo da base |
| 3 | Alves | Rafael Miguel Alves | Vindo da base |
| 15 | João Carlos | João Carlos Bittar | Zagueiro, vindo do FATO |
| 11 | Jânio | Jânio Lourenço | Lateral, da base |
| 6 | Bráulio | Bráulio Ikeda | Veio do FATO |
| 18 | Brayan | Brayan Salgado | Volante, vindo do Internacional |
| 19 | Marcos Vera | Marcos Vera | Meia armador, vindo do Delfín (Equador) |
| 20 | Ramón | Ramón Cabal | Ponta, vindo do Rentistas (Uruguai) |
| 10 | Paulo | Paulo Becker | Vindo do Paysandu |
| 22 | Herbert | Herbert Udinese | Ponta, vindo da base |
Por J. Dee Sique
No Vale do Paraíba, entre serras que testemunham histórias de ascensão e queda, habita um clube cuja trajetória no Bardileirão é tão dramática quanto as montanhas que o cercam. O São José de São José dos Campos, fundado em 1933, não é apenas um time de futebol — é um testamento de resistência. Com suas cores de azul anil, amarelo ouro e branco, e a águia como símbolo máximo, o clube viveu uma saga que mistura glória, ruína e a eterna promessa de renascimento.
A história do São José no Bardileirão é marcada por ciclos tão definidos quanto as estações do ano. Nos anos 80, a Águia mal conseguia sair do chão: entre 1982 e 1992, o time alternou entre as Séries D e E, sem jamais encontrar estabilidade. Mas em 1996, veio o primeiro grande voo: o acesso à Série C, onde o clube se manteve por nove temporadas consecutivas. Foi uma era de solidez, de jogadores como Giovani na zaga e Libra no meio-campo — nomes que carregavam a raça joseense em cada dividida.
O ápice veio em 2009, sob o comando do técnico Walter Kruger, um homem tático e ambicioso que soube montar um time ofensivo e sem medo. Naquele ano, o São José não apenas subiu para a Série B — foi campeão da Série C de forma avassaladora, com o atacante Paulo artilhando a competição. Nos anos seguintes, a Águia voou alto na Série B, chegando ao 5º lugar em 2010 e sonhando com a elite. Parecia o início de uma nova era.
Mas o futebol é um jogo de altos e baixos — e o São José conhece bem os dois lados. A queda, quando veio, foi brutal: entre 2012 e 2015, o time despencou da Série B para a Série E, em um dos períodos mais sombrios de sua história. Em 2015, o fundo do poço: 99º lugar geral, quase o último do Bardileirão.
Mas águias, mesmo feridas, não se acostumam a andar no chão. A reconstrução começou em 2017, com um novo acesso à Série D, e em 2021, a volta à Série C. Agora, em 2024, após uma campanha irregular, o São José enfrenta novamente o rebaixamento para a Série D. Mas se há uma lição que a Águia ensina, é que quedas fazem parte da história — o importante é sempre levantar voo outra vez.
| Ano | Nome | Função |
|---|---|---|
| 1996 | Giovani Greco | Zagueiro |
| 1996 | André "Libra" Ferraz | Meio-campo |
| 2009 | Walter Kruger | Técnico |
| 2009 | Paulo Scarlett | Atacante |
Principal - Camisa e short azuis

Secundário - Camisa e short brancos

Goleiro - camisa e short amarelos