<aside> ⚠️

Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

</aside>

Bardileirão 2025

Disputa a Série D. Camisa da Phiet. Patrocinador master: Bedeli. Sob comando do técnico Balbino Ramalho.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
23 LV Lucas Vidal Goleiro, vindo do Novorizontino
2 Alien Esdras Florentini Vindo da base
3 Alves Rafael Miguel Alves Vindo da base
15 João Carlos João Carlos Bittar Zagueiro, vindo do FATO
11 Jânio Jânio Lourenço Lateral, da base
6 Bráulio Bráulio Ikeda Veio do FATO
18 Brayan Brayan Salgado Volante, vindo do Internacional
19 Marcos Vera Marcos Vera Meia armador, vindo do Delfín (Equador)
20 Ramón Ramón Cabal Ponta, vindo do Rentistas (Uruguai)
10 Paulo Paulo Becker Vindo do Paysandu
22 Herbert Herbert Udinese Ponta, vindo da base

São José-SP: A Águia que Nunca se Esqueceu de Voar

Por J. Dee Sique

No Vale do Paraíba, entre serras que testemunham histórias de ascensão e queda, habita um clube cuja trajetória no Bardileirão é tão dramática quanto as montanhas que o cercam. O São José de São José dos Campos, fundado em 1933, não é apenas um time de futebol — é um testamento de resistência. Com suas cores de azul anil, amarelo ouro e branco, e a águia como símbolo máximo, o clube viveu uma saga que mistura glória, ruína e a eterna promessa de renascimento.

A história do São José no Bardileirão é marcada por ciclos tão definidos quanto as estações do ano. Nos anos 80, a Águia mal conseguia sair do chão: entre 1982 e 1992, o time alternou entre as Séries D e E, sem jamais encontrar estabilidade. Mas em 1996, veio o primeiro grande voo: o acesso à Série C, onde o clube se manteve por nove temporadas consecutivas. Foi uma era de solidez, de jogadores como Giovani na zaga e Libra no meio-campo — nomes que carregavam a raça joseense em cada dividida.

O ápice veio em 2009, sob o comando do técnico Walter Kruger, um homem tático e ambicioso que soube montar um time ofensivo e sem medo. Naquele ano, o São José não apenas subiu para a Série B — foi campeão da Série C de forma avassaladora, com o atacante Paulo artilhando a competição. Nos anos seguintes, a Águia voou alto na Série B, chegando ao 5º lugar em 2010 e sonhando com a elite. Parecia o início de uma nova era.

Mas o futebol é um jogo de altos e baixos — e o São José conhece bem os dois lados. A queda, quando veio, foi brutal: entre 2012 e 2015, o time despencou da Série B para a Série E, em um dos períodos mais sombrios de sua história. Em 2015, o fundo do poço: 99º lugar geral, quase o último do Bardileirão.

Mas águias, mesmo feridas, não se acostumam a andar no chão. A reconstrução começou em 2017, com um novo acesso à Série D, e em 2021, a volta à Série C. Agora, em 2024, após uma campanha irregular, o São José enfrenta novamente o rebaixamento para a Série D. Mas se há uma lição que a Águia ensina, é que quedas fazem parte da história — o importante é sempre levantar voo outra vez.

Personalidades

Ano Nome Função
1996 Giovani Greco Zagueiro
1996 André "Libra" Ferraz Meio-campo
2009 Walter Kruger Técnico
2009 Paulo Scarlett Atacante

Uniformes

Principal - Camisa e short azuis

camisa-sao-jose-25.png

Secundário - Camisa e short brancos

camisa-sao-jose2-25.png

Goleiro - camisa e short amarelos