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Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
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Disputa a Série A. Camisa da Colonna. Patrocinador master: Zebu Farm. Sob comando do técnico Cosme Garcia, ex-jogador do próprio clube.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 4 | Gilson | Gilson Ambrósio | Veio do CRETA |
| 6 | PQ | Pablo Querubim | Vindo do Pouso Alegre |
| 9 | Alberto Maranhão | Alberto Chaves | Veio do CRETA |
| 11 | Julinho | Juliano Clemente | Veio do Caxias |
| 12 | Lauro Silva | Lauro Silva | Goleiro, vindo do Paysandu |
| 18 | Inácio | Inácio Yamin | Meia, vindo do Mirassol |
| 19 | Jack | Jack Hancock | Meia, vindo do Orlando City (USA) |
| 21 | Fernando | Fernando Dion | Centroavante, veio do Itacoatiara |
| 27 | Jardim | Rondom Jardim | Lateral, vindo do Brusque |
| 32 | Lonzo | Lonzo Caizer | Centroavante, do LDU de Quito (Equador) |
| 33 | Nestor | Nestor Fabiano | Ponta, de base |
Por Otávio Gepeto
Se o Campeonato Bardileiro é uma arena onde mitos são testados pela sorte, pela estrutura e pelo caos, então o São Paulo Futebol Clube é um exemplo perfeito da oscilação entre poder e provação. Fundado em 1930, o Tricolor Paulista escreveu capítulos de grandeza — mas também sofreu capítulos de angústia.
Os anos 1980 foram de estabilidade e protagonismo. O clube figurou entre os três primeiros por três temporadas consecutivas (1982 a 1984), e voltou a ter destaque com um 3º lugar em 1990, coroado com o título da Série A em 1991. Naquela campanha, o time de Ademar Capmany, do meia armador Moésio e do técnico Nélio Milani foi implacável, com defesa sólida e contra-ataques letais.
A década seguinte, no entanto, foi de derrocada. Entre 1994 e 2002, o São Paulo passou praticamente nove temporadas consecutivas na Série B, amargando campanhas medianas, quase sempre fora do G4. O retorno à elite em 2003 reacendeu a esperança, e o clube viveu um breve renascimento, com boas colocações entre 2003 e 2010 — destaque para o 8º lugar em 2005 e o 10º em 2006 e 2009.
Mas o fantasma da instabilidade voltou a assombrar em 2011, quando o Tricolor caiu novamente para a Série B. Foram nove anos seguidos tentando voltar ao topo — sem sucesso. A frustração chegou ao ápice com campanhas como a de 2016 (16º da Série B) e 2017 (7º lugar), quando o clube parecia preso a um ciclo eterno de promessas e reconstruções.
Foi preciso esperar até 2020, quando, com um elenco rejuvenescido e um comando técnico discreto, mas eficiente, o São Paulo alcançou o 11º lugar da Série A — resultado que parecia modesto, mas que foi o prenúncio do grande feito.
Em 2021, contrariando todas as previsões, o Tricolor conquistou seu segundo título da elite bardileira, encerrando uma espera de 30 anos. A campanha foi marcada pela regularidade e por atuações decisivas do goleiro Dani Lucas e do meia Jailson Fontes, revelado em Cotia.
Desde então, o clube voltou a se estabilizar. Com 11º lugar em 2022, 16º em 2023 e um bom 9º lugar em 2024, o São Paulo enfim parece reencontrar um caminho consistente entre os grandes.
A torcida são-paulina, que já viu a glória e o abismo, aprendeu a não se deixar levar por modismos ou oscilações. No Morumbi ou no interior de Roraima, onde quer que haja um torcedor tricolor, há também a certeza de que o gigante pode até tremer — mas não cai.
Principal - Camisa branca com listras horizontais vermelha e preta no centro; short branco

Secundário - Camisa em listras horizontais vermelhas e pretas, separadas por pequenas listras brancas; short preto
