<aside> ⚠️
Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.
</aside>
Disputando a Série B. Camisa da Bructal, com patrocinadora master Vito XT. Sob comando do técnico Lúcio Zambrano.
| Camisa | Nome | Nome Completo | Detalhes |
|---|---|---|---|
| 1 | Asafe | Asafe Pereira | Goleiro, vindo do Iguatu |
| 2 | Roland | Roland Moreira | Lateral, vindo do FATO |
| 6 | Escobar | Escobar Câmara | Volante, vindo do Ferroviário da Beira (Moçambique) |
| 7 | Gusta | Gustavo Lopez | Volante, vindo do Vitória |
| 8 | Pablo Filho | Pablo Filho | Meia, vindo do Azuriz |
| 9 | Renê Oliveira | Renê Oliveira | Ponta, vindo do 3B da Amazônia |
| 10 | Yurilo | Yurilo Rinaldi | Centroavante, vindo do Atlético-GO |
| 11 | PX | Paulo Ximenes | Ponta, da base |
| 14 | MB | Milton Baiano | Zagueiro, da base |
| 15 | R Cavalcante | Rudá Cavalcante | Ponta, vindo do Confiança |
| 16 | Pastor | Marcos Paulo Pastor | Lateral, vindo do Guarani-AL |
| 17 | Beto | Beto Guerreiro | Volante, da base |
| 18 | Byron | Byron Moreira | Meia ofensivo, da base |
| 20 | Carlos de Luca | José Carlos de Luca | Centroavante, da base |
| 23 | Tino de Assis | Quintino Paes | Goleiro, da base |
| 25 | Luca Lineu | Luca Lineu Roldan | Zagueiro, vindo do Floresta |
| 26 | Julian Devos | Julian Devos | Zagueiro, vindo do RSC Anderlecht (Bélgica) |
| 31 | Lenha | Cleiton Wagner | Ponta, da base |
| 32 | Altino | Altino Hungria | Centroavante, da base |
| 87 | Esteves | Steven Esteves | Zegueiro, da base |
Por Otávio Gepeto
Entre os clubes bardileiros, o Santos Futebol Clube ocupa um espaço singular. Fundado em 1912 às margens do Atlântico, o Alvinegro Praiano sempre foi associado à ousadia e ao talento — e sua trajetória no Campeonato Bardileiro apenas reforça essa imagem. Um clube que já esteve entre os maiores do país... e também no limiar do esquecimento.
A primeira metade da era bardileira foi de crescimento gradual. Após campanhas médias nos anos 1980, o Santos enfim deslanchou nos anos 90. Comandado por uma geração resiliente — entre eles o armador Zé Luiz, o lateral Boto e o técnico Lívio Toledo —, o Peixe passou a brigar no topo. O grande momento veio com o título da Série A em 1998, consagrando um time veloz e técnico.
Mas o que parecia o auge ainda seria superado. Entre 2000 e 2004, o Santos venceu três títulos da elite: 2000, 2001 e 2004. Era uma fase de domínio técnico e tático, marcada pela inteligência coletiva e pela formação de jovens promessas — muitas delas lapidadas na Vila Belmiro, que vivia um renascimento.
A queda, no entanto, foi tão profunda quanto foi alto o voo. Em 2008, o Santos caiu para a Série B, onde viveu um purgatório duradouro: dez temporadas consecutivas na segunda divisão, entre 2008 e 2017. Campanhas como a de 2013 (15º lugar da B) e 2016 (8º da B) mostravam um clube sem identidade, preso entre a tradição e a dificuldade de se reerguer.
O retorno à elite veio em 2019, com um surpreendente 7º lugar na Série A. A partir dali, o Santos voltou a se estabilizar: 8º em 2020, 9º em 2021, 8º em 2022. Em 2023, alcançou seu melhor desempenho desde o período dourado: um impressionante 4º lugar, sob o comando do técnico Paulo Henrique de Icaraí, que combinou posse de bola com transições verticais — estilo que encantou torcedores e analistas.
Já em 2024, o Peixe teve um baque inesperado, encerrando a temporada na 18ª colocação da Série A — resultado que decretou o rebaixamento para a Série B em 2025. Para uma torcida acostumada a extremos, o presente volta a oscilar perigosamente. O ciclo de estabilidade, que durou cinco temporadas, chega ao fim. Resta saber se o Santos saberá transformar essa queda em impulso — como já fez no passado.
Entre altos e baixos, o Santos continua a ser o clube onde a tradição dança com o risco — e onde o mar nunca deixa de agitar.
| Período | Pessoa | Papel |
|---|---|---|
| 1996-1998 | José Luiz Melo | Meia ofensivo |
| 1991-1998 | Luis Gustavo "Boto" | Lateral |
| 1996-1998 | Lívio Toledo | Técnico |
Principal - Camisa e short brancos

Secundário - Camisa preta e branca em listras verticais, short preto
