<aside> ⚠️

Este conteúdo é parte do universo ficcional da novela Mastim, que se passa em uma realidade alternativa onde o futebol brasileiro seguiu um caminho divergente há 40 anos. Todos os times, personagens e eventos são criações fictícias. Nomes de clubes reais são usados apenas para ambientação, sem qualquer associação ou endosso pelos detentores das marcas originais.

</aside>

Bardileirão 2025

Disputando a Série D. Camisa da Viaça, com patrocinadora master Zebu Farm. Sob comando do técnico Peri Russo.

Camisa Nome Nome Completo Detalhes
12 Vini Caio Vinicius Guerreiro Goleiro, da base
2 Ológio Ológio Gutiérrez Lateral, da base
14 Francisco Francisco Guedes Zagueiro, vindo do Taubaté
4 Grão Renato Lima Zagueiro, vindo do Floresta
5 Hugo Hugo Medeiras Lateral, vindo do FATO
6 Vicente Mafra Vicente Mafra Volante, vindo do Cianorte
7 Emerson Farah Emerson Farah Volante, da base
30 Crateron Heron Sobral Meia armador, vindo do Caxias
9 Caique Salles Caique Salles Ponta, vindo do Mixto-MT
21 Sávio Bala Sávio Kimura Centroavante, vindo do São José
22 Oswaldo Oswaldo Couto Ponta, vindo do Retrô
23 Quirino Quirino Marinheiro Goleiro, vindo do Mirassol
8 Colapso Gonçalo Silva Santos Centroavante, da base
3 E Bianco Edmilson Bianco Lateral, da base
25 Albuquerque Leonardo Albuquerque Zagueiro, da base
26 Peixoto Pedro Miguel Peixoto Zagueiro, da base
17 André André Gabriel Roque Volante, vindo do Volta Redonda

Das Profundezas da Série E ao Bi-Campeão Bardileiro: A Saga Épica do Vasco da Gama

Por Claudia Neuralli

Poucas histórias no futebol bardileiro são tão dramáticas quanto a trajetória do Club de Regatas Vasco da Gama. Fundado em 1898 no Rio de Janeiro, o clube do "Bacalhau" protagonizou uma das mais extraordinárias jornadas de ascensão e queda que o nosso campeonato já testemunhou.

Os Anos Sombrios da Série E

Quem vê hoje os dois troféus reluzentes de 1994 e 2012 no museu de São Januário mal pode imaginar que, no início dos anos 80, o Vasco amargava na quinta divisão do futebol bardileiro. Entre 1982 e 1986, o clube carioca passou cinco longos anos na Série E, com posições que variaram da 13ª à 3ª colocação. Era a era mais sombria da história vascaína.

"Ninguém acreditava que chegaríamos tão longe", relembra o lendário zagueiro Edmundo Bacalhau, ídolo absoluto que emergiu das categorias de base justamente nesse período difícil. "Jogar no Estádio da Colina com 500 pessoas era desolador. Mas o Vasco sempre foi maior que suas circunstâncias."

A Revolução de Cristiano Trovoada

A guinada começou em 1987, quando o visionário técnico Cristiano Trovoada assumiu o comando da equipe. Apostando em uma filosofia ofensiva ousada e na valorização dos jovens talentos da base - entre eles o próprio Ed Juarez e o meia-armador RCA -, Trovoada conduziu uma subida meteórica.

Em apenas quatro anos, o Vasco escalou todas as divisões: passou três anos na Série D (1987-1989), consolidou-se na Série C em 1990, e finalmente chegou à Série A em 1991, terminando em 4º lugar e conquistando o acesso à elite nacional.

O Bi-Campeão da Era Dourada

O que aconteceu nos anos 90 transformou o Vasco em lenda. Logo em sua estreia na Série A, em 1991, o time terminou em 4º lugar. No ano seguinte, 1992, veio a grande surpresa: com RCA como artilheiro e Ed Juarez como líder da defesa, o Vasco chegou à final do campeonato, conquistando o vice-campeonato bardileiro - um feito histórico para quem estava na Série E uma década antes.

Dois anos depois, em 1994, veio a glória máxima. A equipe comandada por Trovoada havia encontrado sua identidade: futebol veloz, contra-ataques letais e uma torcida que lotava São Januário aos gritos de "Bacalhau, Bacalhau!". O primeiro título bardileiro era finalmente vascaíno.

O segundo título demoraria longos 18 anos para chegar. Em 2012, já sob o comando do técnico português João Pedro, que soube reinventar o time com uma geração híbrida entre veteranos e jovens promessas vindas do interior fluminense, o Vasco voltou ao topo do futebol bardileiro.

A Montanha-Russa Moderna

Desde então, o Vasco vive uma trajetória instável típica de grandes clubes em reconstrução. Alternou entre a Série A e B durante os anos 2000 e 2010, com uma passagem frustrante pela Série D apenas em 2019, mas sempre demonstrando capacidade de reação.